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domingo, janeiro 18, 2009

Lurdes Rodrigues: Futuro da educação exige rupturas

FERNANDO BASTO
A diversidade dos instrumentos de intervenção é a palavra-chave para novas mudanças no sistema educativo, orientado para a qualidade. Para tanto, a ministra da Educação defende rupturas com o passado, sem nostalgias.
Maria de Lurdes Rodrigues veio, ontem, ao Porto, reflectir sobre os novos desafios da educação. O convite foi feito pela "Geração Desafios", uma plataforma de debate político constituída por jovens socialistas do distrito. O seu objectivo é promover o debate político e gerar ideias sobre os desafios para a região.
Ontem, no primeiro encontro da plataforma, a ministra da Educação falou sobre as mudanças processadas no sistema educativo e os desafios que se colocam no futuro.
"O grande desafio que se coloca ao sistema educativo é o da qualidade e da exigência, pois só assim se pode cumprir o desafio da igualdade de oportunidades", sublinhou a governante.
Maria de Lurdes Rodrigues explicou que, hoje, o sistema educativo está marcado pelas heranças herdadas dos sistemas anteriores. "Houve uma evolução feita em contínuo, em acumulação. E enfrentar o futuro vai exigir maiores rupturas com o passado", defendeu.
A governante realçou que, se antes o sistema tinha como preocupação seleccionar os melhores e formar elites, hoje a escola é para todos. "Antes media-se a eficácia dos sistema educativo pelo número de alunos que ficavam para trás, hoje avalia-se pelo número de alunos que passam", explicou. A ministra fez notar que, nunca no passado, houve tantas provas para aferir a qualidade das aprendizagens. "É uma nova era a de hoje, em que queremos todos na escola, durante mais tempo, mas num sistema com maior qualidade. Isto exige uma ruptura com o passado", sublinhou. Maria de Lurdes Rodrigues defendeu uma nova organização dos recursos, mais diversificados. A este passo, criticou o concurso centralizado de professores, que "trata as escolas como se fossem todas iguais". Por outro lado, as mudanças não se coadunam com "olhares nostálgicos do passado". "Há muitos equívocos nostálgicos em relação ao passado e o futuro será muito diferente", fez notar. A ministra recusou comentar a greve nacional dos professores que se realiza amanhã.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Ministra garante que avaliação de professores vai ser feita este ano

18.11.2008 - 22h33 Lusa
A ministra da Educação disse hoje que vai continuar a analisar o que se passa nas escolas em matéria de avaliação de desempenho e que “em momento próprio” tomará as decisões necessárias, mas reafirmou que o processo em curso vai concretizar-se apesar da oposição dos docentes.

“Continuamos a analisar a situação nas escolas e a ouvir e no momento próprio tomaremos as decisões que forem necessárias tomar, sendo que quero garantir às escolas e aos portugueses que a avaliação de desempenho dos professores se fará este ano”, afirmou Maria de Lurdes Rodrigues, numa conferência de imprensa ao início da noite.

A ministra falava aos jornalistas após ter recebido o Conselho Científico para a Avaliação de Professores, o Conselho Nacional de Educação, o Conselho das Escolas, a Confederação Nacional das Associações de Pais, a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), entre outras entidades envolvidas neste processo.

Maria de Lurdes Rodrigues sublinhou a importância de compreender as “diferentes posições sobre as tensões que hoje se vivem nas escolas”, mas insistiu em que a avaliação é hoje “um dado adquirido” em todos os estabelecimentos de ensino.

“A avaliação de desempenho não está em causa nem para as escolas nem para os professores”, afirmou.

O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, afirmou hoje à Rádio Renascença que a tutela está a desenvolver todos os esforços para anunciar ainda esta semana as alterações que vai introduzir no modelo de avaliação de desempenho. Questionada pelos jornalistas se isso será possível até ao final da semana, a ministra respondeu: “Queremos fazê-lo tão rápido quando possível”.

Sobre o pedido do Conselho das Escolas para a suspensão da avaliação, a governante referiu apenas que este órgão consultivo apenas lhe deu conta “das dificuldades em gerir o clima de tensão e mau estar” nos estabelecimentos de ensino e identificou “pontualmente” problemas de concretização do modelo, relacionados com excesso de trabalho e burocratização.

Os sindicatos de professores anunciaram ontem a realização de uma greve na semana em que se realizam as reuniões para lançamento das notas dos alunos, caso o ministério não suspenda entretanto o processo de avaliação de desempenho. “A lei da greve protege-nos nesse capítulo”, limitou-se a responder Maria de Lurdes Rodrigues.

quarta-feira, novembro 12, 2008

Ministra da Educação acredita no modelo de avaliação dos professores

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou que é do interesse dos professores, do país e das escolas que a avaliação dos professores continue.



Depois de um ataque cerrado da oposição, hoje, à tarde, no Parlamento, a ministra pediu aos partidos para pensar no país e para se perguntarem se as escolas precisam ou não dos melhores professores. Maria de Lurdes Rodrigues não entende as críticas a um modelo que selecciona os melhores.



Por fim, a ministra da Educação pede desculpa aos professores pelas mudanças e incómodos causados e pergunta aos deputados porque não agiram da mesma forma quando foram introduzidas reformas noutros sectores.



Maria de Lurdes Rodrigues garante, no entanto, estar de consciência tranquila e afirma que está a fazer o que é preciso, apesar de não ser fácil.



Os esclarecimentos vêm na sequência das acusações da oposição, que afirmam que a ministra faz parte do problema e não da solução. O deputado do PSD, Emídio Guerreiro, chegou mesmo a comparar Maria de Lurdes Rodrigues a um antigo ministro iraquiano.

terça-feira, novembro 11, 2008

Ministra acusa sindicatos de "rasgarem" memorandum de entendimento sobre avaliação de professores

11.11.2008 - 13h10 Lusa
A ministra da Educação acusou, hoje, em Fafe os sindicatos de terem "rasgado" o memorandum de entendimento assinado para a aplicação do sistema de avaliação do desempenho dos professores. Ontem ao final do dia a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) decidiu suspender a participação na comissão paritária de acompanhamento de aplicação da avaliação de desempenho dos professores, após decisões tomadas pelos mais de 120 mil docentes que se manifestaram sábado.

"O Ministério da Educação tem um entendimento com os sindicatos. E não se pode rasgar um entendimento unilateralmente sem dizer à outra parte de que é que se discorda e sem negociação", afirmou, garantindo que "todas as escolas estão a concretizar o sistema de avalização".

A governante falava aos jornalistas na Escola EB2/3 de Revelhe, Fafe, à margem da inauguração do Centro Educativo do Agrupamento de Escolas do Padre Joaquim Flores, e da Biblioteca Escolar EB2/3 do mesmo agrupamento.

Maria de Lurdes Rodrigues garantiu que todas as escolas estão a concretizar o processo de avaliação de desempenho, frisando que aquilo que o Governo espera é que as escolas e os professores "cumpram a lei".

Em nota ontem divulgada, a FENPROF refere que, tal como as restantes organizações sindicais de professores que integram a Plataforma Sindical, decidiu suspender tal participação na comissão paritária tambérm por "ser uma decisão coerente com o apelo que foi feito às escolas, no sentido de suspenderem a aplicação da avaliação de desempenho, caso o Ministério da Educação (ME) não o faça". A FENPROF justifica ainda que suspendeu a participação com o facto de a comissão paritária se "ter transformado numa inutilidade no que diz respeito à resolução dos problemas que surgiram nas escolas".

No documento, diz ainda que é de "estranhar" que a ministra da Educação tenha afirmado que os sindicatos não tenham envidado qualquer documento à comissão, quando, sobre ele, a FENPROF "tentou, em 14 de Outuibro, discutir alguns aspectos com a própria governante, não tendo havido abertura para que tal acontecesse".

A concluir, a FENPROF esclarece que, tal como as restantes organizações sindicais, não suspendeu o relacionamento institucional com o Ministério da Educação sobre avaliação mas "elevou-o para o nível político, disponibilizando-se para antecipar o início do processo, já previsto, de alteração do modelo", lembrando que a "comissão paritária tem apenas competências técnicas".



Ministra não leu críticas de Alegre



Questionada sobre a posição crítica manifestada pelo deputado socialista Manuel Alegre sobre a política educativa do Ministério, a ministra disse que não leu e não ouviu, pelo que se escusou a comentar.

Sobre o envio de SMS's a professores com uma mensagem em que se diz que o processo de avaliação acabou, Maria de Lurdes Rodrigues disse que "apelar ao caos não é política educativa".

"Política educativa é lançar programas para melhorar a escola pública, acabar com a escola de insucesso, e construir centros educativos", contrapôs, dizendo que é preciso mais escola pública, em colaboração com autarquias e com os pais.

Garantiu que, tal como a escola que hoje visitou, "há milhares de outras escolas que funcionam com toda a normalidade, envolvendo alunos, professores, pais e funcionários".

Anunciou que "o novo programa de concurso para os professores, hoje apresentado em Lisboa, "reforça a estabilidade dos professores por quatro anos".

domingo, junho 01, 2008

Ministra da Educação defende que guarda de crianças não é "exclusiva do Estado"


28.05.2008 - 19h19 Lusa
A ministra da Educação defendeu hoje que a responsabilidade sobre a guarda das crianças não é "exclusiva do Estado" e lançou um repto a toda a sociedade civil para que esta se envolva mais no assunto da infância e seus problemas."Em matéria de Educação todos somos poucos para cumprir as necessidades sobre a guarda de crianças", admitiu Maria de Lurdes Rodrigues, depois de uma visita ao Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, reforçando a ideia de que a responsabilidade de ajudar crianças em perigo não é "exclusiva do Estado", mas que deve ser aberta à sociedade.Depois de ver e pegar ao colo algumas das mais de 90 crianças dos zero aos cinco anos no Refúgio Aboim Ascensão, a ministra da Educação assinalou a sua primeira visita àquela instituição de emergência infantil no livro de honra com palavras de "reconhecimento" e de "agradecimento" pelo trabalho realizado no Refúgio.O Refúgio Aboim Ascensão é o primeiro em Portugal com a prática do acolhimento temporário precoce (dos zero aos cinco anos), depois dele já abriram perto de 100 no país inteiro. À margem da deslocação ao Algarve para visitas a escolas e ao Refúgio Aboim Ascensão, a ministra escusou-se comentar a greve da função pública que está a decorrer em Lisboa em defesa dos Ateliers de Tempos Livres (ATL), cuja maioria vai deixar de ser apoiada pelo Governo limitou-se a falar sobre a "satisfação da visita à instituição de emergência infantil, em Faro. A causa da greve está relacionada com a decisão do Governo de prolongar o horário escolar no primeiro ciclo do ensino básico retirando das IPSS as actividades de enriquecimento curricular, que, dizem as instituições, irá provocar o encerramento de 600 ATL até ao final do ano. A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (IPSS) decidiu aderir à concentração de hoje marcada pela Federação dos Sindicatos da Função Pública frente ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, em Lisboa. Cerca de 200 trabalhadores dos centros de ATL concentraram-se frente ao Ministério do Trabalho para exigir uma reunião para debater as condições salariais e os efeitos sociais do eventual encerramento de muitos destes espaços.A confederação aprovou este mês, por seu turno, o encerramento das IPSS a 9 de Junho, como protesto pelas decisões do Governo que afectam o funcionamento dos ATL. Ao todo, as IPSS asseguraram em 2007 o acompanhamento e a ocupação de 100 mil crianças, tendo recebido dos cofres públicos cerca de 6,1 milhões de euros, um montante global que deverá agora ficar reduzido a metade.

quarta-feira, maio 07, 2008

Maria de Lurdes Rodrigues em entrevista à TVI

Estatuto sócio-económico dos professores ficou intocável
Por Margarida Davim

A ministra da Educação recusa a ideia de estar em luta com os docentes e define o seu mandato como «três anos de trabalho intenso em defesa da escola pública». Em entrevista a Constança Cunha e Sá, Maria de Lurdes Rodrigues explicou que a sua política educativa é «orientada para os alunos e para as famílias»
Comentários

A Sra. Ministra da Educação é mentirosa. Afirmo-o aqui publicamente. O estatuto socio-económico da grande maioria dos professores é agora pouco mais do que miserável. Se eu não tiver razão no juízo que fiz, ela que me processe por calúnia. Mas não o fará porque sabe que tenho razão. Sobra-lhe em descaramento o que lhe falta em honestidade...
indianajaime, em 2008-05-07 08:06:04

Os professores ainda vão ter saudades desta ministra...
tokarev, em 2008-05-07 07:52:43

No meu tempo de jovem, a Escola era "Espartana"!...Havia excelentes professores e maus professores, como sempre houve, há e haverá!...No Liceu Latino Coelho em Lamego,por onde tive o privilégio de "passear" os livros, a autoridade do Reitor sobre os alunos e sobre os professores era indiscutível, e, à excepção de uma ou outra irreverência, castigada com benevolência, tudo caminhava com ordem e civilidade!... Quem queria aprender tinha a possibilidade de caminhar em frente, e os poucos que queriam passear os livros, tinha a liberdade de fazê-lo!...Hoje, os poucos alunos que querem seguir em frente, não o podem fazer pelo "caos" em que a Escola está transformada pela tomada do "poder absoluto" pela esmagadora maioria dos irreverentes passeantes de livros, numa indiciplina incontrolável!...Pois é, Senhora Ministra, a Escola de hoje, deu no que deu, pela politica populista de tirar a autoridade à Escola e entregá-la aos alunos e ás famílias!...O "esterco" acumulou-se de um modo tal, que jamais teremos uma escola sadia como nos meus velhos tempos da década de cinquenta e sessente do século passado!...Que saudades do Liceu Latino Coelho e do seu bom Reitor Dr. Silveira....
cambres, em 2008-05-07 03:22:30

Sabem o Que faz falta neste país, é um Luís XIV para cortar a cabeça aos novos nobres, só assim eles aprendem, pelo menos os que vierem asseguir. Isto só muda com um novo 25 de Abril mas agora sem cravos, pode ser que assim lhes fique na memória o mal que andam a fazer ao povo.
Nostradamus, em 2008-05-07 03:08:01
Axel67, em 2008-05-07 01:24:28

Até quando vamos permitir que os nossos filhos sejam as cobaias de uma política educativa suicida? Até quando vamos permitir que, em nome de um hipotético deficit, estejam a hipotecar o futuro dos nossos filhos e o futuro de Portugal como Nação?Acordem!
1640, em 2008-05-07 01:17:31

E o que me aflige mais, é que não sei o que posso fazer para ajudar este meu pobre país, entregue a políticos chulos e sem escrúpulos. Sonhos dos meus 19 anos por alturas do 25Abr que se diluíram nas peripécias da vida e nestas sanguessugas que esvaiem o dinheiro de todos nós. Volta Salazar! Estás perdoado! Faz outro 28 de Maio e corre com esta corja.
Viman, em 2008-05-07 01:13:59
Axel67, em 2008-05-07 01:08:52

Está tudo resolvido... a solução está a caminho... podemos resumir tudo nesta frase: Ligue-se o Intestino Grosso ao Cérebro... A ignorância em termos educativos, pedagógicos, filósóficos é uma coisa, a pseudo-sabedoria (leia-se estupidez) é outra coisa bem diferente... A Ministra da educação consegue, com esta entrevista juntar as duas coisas...Agora os pais, que tanto criticam os professores, que se "amanhem"... Ficam pelo menos preparados para a vida política... Viva esta Ministra da educação, a nossa salvadora. Obrigado por tanta lucidez... longa vida... Mas por favor não adormeça porque essas brilhantes ideias devem acontecer quando tem pesadelos...Fernando Evangelista Bastos
Bastos, em 2008-05-07 01:07:09

Sou pai de 4 filhos. Todos iguais, todos diferentes. 2 que se esforçam e sacrificam agora - 1 já licenciado e outro a fazer por isso. E 2 que não se esforçaram - 1 a trabalhar sem acabar o curso e outro ainda a acabar o 9º ano.Quer a burra da ministra que tenham os mesmos diplomas para ficar bem na fotografia das estatísticas??? Vou recomendar aos meus filhos que não têm canudo para não se esforçarem e comprem um aparelho de fax...Cambada de políticos que temos de sustentar...
Viman, em 2008-05-07 00:58:07

peixeirada e amcsol têm razão. Quem na próxima geração vai ocupar os bons tachos e as boas sinecuras? Os filhos de quem é alguém hoje e já está nesses cargos, bem remunerados com o suor de nós todos e que assim têm condições de os pôr a estudar nos bons colégios e no estrangeiro. Quando chegar a altura para renovação dos tachos, lá estarão esses meninos, porque os outros, os da escola pública, coitaditos, 2+2=5 ou 3 ou tanto faz. As elites perpetuam-se. São mecanismos. Não lhes neguem capacidade de planeamento.
cacc01, em 2008-05-07 00:46:51

Esta ministra da educação é uma excelente substituta do rapazolas da freguesia do castelo que manda umas bocas em defesa das gansinas do b.e. Com esta futura ex-ministra da educação a mandar "bitates" no b.e. vai ser vitória certa! (De quem? Não sei!).
soldasombra, em 2008-05-07 00:41:24

quando se trabalha mais pelo mesmo dinheiro, não se pode dizer que o nosso estatuto ficou intocável. Nunca vi como agora um professor ser tratado abaixo de cão. Alguém já viu as normativas do GAVE para as provas de aferição do 6ºano? No fim de ler tudo, senti que alguém me tinha chamado incompetente.
gustaria, em 2008-05-07 00:40:59

A escola já não é escola! É um lugar para guardar crianças e adolescentes. tenho um filho no 3º ciclo do ensino básico e ando seriamente preocupada com o cenário que ele me conta todos os dias em relação aos comportamentos e atitudes dos colegas. Adolescentes á deriva pela escola e com a bendita "ginástica" de todos os responsáveis, chegaram ao fim do 2º período e a média da turma subiu significativamente. Que evolução nas aprendizagens!!! Fico impressionada quando a EXma. Sra. ministra da educação aplaude estas acrobacias de trapézio.Vivemos num autêntico circo!!! O que será destes jovens? Deste país?
impressionada, em 2008-05-07 00:40:31
gustaria, em 2008-05-07 00:36:49

É tudo muito simples: os pobres são burros e os ricos inteligentes. tente perceber-se como se fazem fortunas em Portugal e aí temos a resposta para o que as escola têm que fazer na realidade. Isto só dura enquanto durar a sr.ª ministra que eu, obviamente respeito institucionalmente.
peixeirada, em 2008-05-07 00:31:20

Não entendo Sr.ª Ministra. Dê-me oportunidade de me clonar.
peixeirada, em 2008-05-07 00:27:41

Creio que gradualmente se consolidará a ideia de que esta mulher é completamente irresponsável e desumana. Meteu na tola um esquema de fabricar sucesso escolar, mesmo a martelo... e os alunos deliram e os papás começaram a bater com as mãos mas já estão a ver que este mito da escolaridade obrigatória só serve para tirar hipóteses na sala de aula aos filhos dos pobres que, embora inteligentes, não podem competir com os outros, que têm dinheiro para os explicadores e entrarão nos cursos de prestígio e dinheiro.A ministra vê nos professores uns funcionários sem licenciaturas, nem estágios, nem formação, nem bom senso... nem dignidade, que fabricam sucesso à pazada. Sem poder dar umas valentes chicotadas em tantos burros e malcriados que abandalham toda a evolução e ascensão social dos estudantes normais.Hoje o 9º ano (pelo menos) nem à antiga 3ª classe tem equivalência, em ler, escrever e contar! Perguntem! Faççam estudos! Inquéritos1 Estatísticas! Digam simplesmente a Verdade ao Povo. Aos pobres, cada vez mais burros (crédulos) e sem hipóteses no futuro dos filhos!
amcsol, em 2008-05-07 00:26:54

Todos os esforços que a Sr.ª ministra diz já se fazem há muitos anos e deram no que deram. Que querem agora? Pensam que vêm com novidades? Enganam-se... portugal assim será um país de vendidos a outros interesses que não os nossos.
peixeirada, em 2008-05-07 00:25:28

Sou prof. há 32 anos e sempre o sucesso escolar dos meus alunos foram a minha prioridade. Sinto orgulho naquilo que sou e faço e sinto-me muito preocupada pelo rumo que a Educação está a tomar, pois o facilitismo não é o melhor caminho para se atingir uma escola de qualidade para todos.Atacar um grupo de profissionais que todos os dias lida com crianças e adolecentes, os ensina, os educa, os ouve, é apenas e só péssima política.
llbfs, em 2008-05-07 00:25:20

SUGESTÃO À SRª MINISTRA DA EDUCAÇÃO:1 - FECHE AS ESCOLAS, COM MENOS DE 1000 ALUNOS, SE EVENTUALMENTE TIVER ALGUMA DÚVIDA, É SÓ PERGUNTAR AO SEU EX-COLEGA, CORREIA DE CAMPOS, ELE JÁ TEM A EXPERIÊNCIA DO ENCERRAMENTO DAS URGÊNCIAS.2 – CONTRATE A BOLYCAO PARA QUE ESTA FAÇA A DISTRIBUIÇÃO DE DIPLOMAS; EU EXPLICO, OS NOSSOS ALUNOS COMPRAM UM BOLYCAO E EM VEZ DE SAIR UM AUTOCOLANTE DA BONECADA, SAI UM DIPLOMA DE 9ºANO, 12º ANO E COM UM POUCO DE SORTE ATÉ PODE SAIR UMA LICENCIATURA, UM MESTRADO UM DOUTORAMENTO. SE AINDA NÃO PERCEBEU, EU EXPLICO MELHOR; IMAGINE QUE O NOSSO PRIMEIRO VAI A UM SUPERMERCADO COMPRAR UM BOLYCAO E QUE O BRINDE QUE ACOMPANHA O PÃO COM CHOCOLATE É UMA LICENCIATURA EM ENGENHARIA, QUEM DIZ O NOSSO PRIMEIRO, DIZ O ARMANDINHO VAREJÃO. QUAIS AS VANTAGENS? (PERGUNTARÁ A SRª MINISTRA) AS VANTAGENS SÃO ÓBVIAS, CADA ALUNO CUSTARÁ AO ESTADO MUITO MENOS DO QUE OS TAIS 3000 EUROS, CLARO PODERÃO NÃO SABER NADA DE NADA, MAS ISSO TAMBÉM NÃO É IMPORTANTE; IMPORTANTE É QUE OS DIPLOMAS SEJAM DISTRIBUÍDOS APESAR DE CONTINUARMOS IGNORANTES. ( EM ABRIL DE 1974 DIZIA-SE QUE “A IGNORÂNCIA É FACHISTA”. PERGUNTO: JÁ NÃO É?
altapinto, em 2008-05-07 00:23:33

Sou professor e fui aluno chumbado, comigo deu resultado. Fui penalizado porque fiz por merecer. Hoje compreendo melhor os alunos que se esforçam e fazem pela vida e merecem ser premiados, por isso mesmo peço ao Srs governantes que mudem a escala que vai de 1 a 5 no ensino básico e a coloquem de 3 a 5.Haja paciência para aturar tanta demagogia.
fxavier, em 2008-05-07 00:15:03

óbviamente que não vou comentar o que disse a Sr.ª Ministra da Educação, por respeito que tenho à sua Pessoa, ao cargo que desempenha no Governo da República e às próprias Instituições republicanas! Dito isto, resulta para mim óbvio que não me revejo substantivamente num conjunto argumentativo que hoje ouvi, mas direi mais: o país e a República está já a pagar muito caro toda uma política de "deriva educativa" com que os últimos trinta anos de Democracia Política "bajularam" a população portuguesa, neste sector de extrema importância para o desenvolvimento psico-socio-cultural das populações! Tal panorama irá acentuar-se, à medida que, num mercado global, se detectarem, e quiçá se aprofundarem, as discrepâncias socio-educacionais entre Portugal e os seus parceiros concorrencias europeus, o que, não é preciso ser profeta, não augura nada de bom no horizonte próximo..., a não ser que se começe a repensar uma Reforma Estrutural do Sistema Educativo a longo prazo! E esta terá de começar por tês lemas: despolitizar, no sentido corrente, o Serviço Público de Educação; desconcentra Serviços; aumentar as exigências em termos da optimização da aquisição de competências e conteúdos e do cumprimento de objectivos bem definidos! Com todo o respeito ao debate político quotidiano, mas a Educação é "Rés" bem séria para estar submetida assim ao balanço conjuntural de um Sistema, por essência, instável! Neste capítulo, ao contrário porventura do que pensa a generalidade dos sucessivos Ministérios que se sucederam na 05 de Outubro, crei bem que, como disse o Sr. Presidente da Repúiblica na sua notável intervenção do 25 de Abri, na Sessão Solene da Assembleia da República, Abril continua, num certo sentido, por cumprir.Miguel, Salvaterra, Galícia, 07.
nuncaapenaembotouaespada, em 2008-05-07 00:10:00

Facilitismo sim. Acho muito bem. Estes snrs. politicos de hoje chegaram aos cargos onde estão como. Alguém lhes conhece currículo fora das jotinhas? E os diplomas, não são todos das "Universidades Independentes" deste País? Universidades que eles próprios criaram claro está.Não se lhes pode negar capacidade de planeamento! Currículo na vida real, vida de trabalho, alguém lhes conhece? Não claro que não. Facilitismo sim. Cada um de nós vê o Mundo pelos seus próprios padrões e experiências. Alguém ainda se admira que estes snrs. promovam o facilitismo? Facilitismo sim! E dos meus alunos está garantido, só para ser moderno e no verdadeiro espirito de funcionário público, fielmente servil, não ierei dar nem uma negativa. Prometo. Já agora hoje em dia não há negativas, níveis inferiores a três, é assim a moderna semântica. Não vou atribuir nem um. 250 alunos, 500 pais, 6 membros do conselho executivo satisfeitos. Sou ou não sou bom?
cacc01, em 2008-05-07 00:09:21

Sou professor já lá vão 34 anos...Adaptei-me às novas tecnologias; diversifico até à exaustão as estratégias;faço de tudo para motivar os meus alunos; consigo uma relação amistosa e de respeito com todos eles, mas..."o maior cego é aquele que não quer ver" e infelizmente há alunos que não assumem a mais pequena das responsabilidades, que não aceitam fazer o mais pequeno esforço, para quem a escola é tão só um pretexto para sair de casa todos os dias, encontrar os colegas e vadiar literalmente,e se estão borrifando para tudo o que implique alguma responsabilidade.Será que a reprovação é mesmo retrógada? Será que a Srª Ministra conhece a realidade?
educato, em 2008-05-06 23:57:58

Antes da lei do aborto esta ministra nãopodia existir ! Agora já pode !!! Já é possível haver abortos !É a pior ministra que alguma vez existiu em Portugal: prepotente, estúpida, inculta, cínica, autoritária e mentirosa ! Para onde vai este país com ministros destes ? Deus não existe ! Porque se existisse esta calamidade não podia acontecer. A democracia está em perigo com gente desta. Esperemos que o povo saiba usar bem a sua arma: O VOTO ...
Panterarocha, em 2008-05-06 23:54:39

Afinal o professor que no Prós e Contras afirmou ter sido "aconselhado" por um inspector a não reprovar alunos e depois obrigado a retratar-se, tento a simpática funcionária do governo, de seu nome Fátima Campos Ferreira, dado nota desse facto em programa posterior, não estaria a mentir! A ministra ficou em estado de choque (coitada!...) nesse momento, mas agora é ela própria, via comunicação social, a reterar essa mesma orientação a Bem da Nação.Que nojo.
professorjoao, em 2008-05-06 23:46:09

Já não existe duvida,os nossos governantes querem numeros ,sondagens ,mostrar serviço para dar o salto para cargos na Europa.Mas os restantes governantes desta Europa ,tambem não são muito espertos ,basta olhar como está o nosso Portugal,para ver a realidade dos nossos governantes.
eduvelho, em 2008-05-06 23:44:51

A Srª Ministra deu hoje ao país mais uma lição de pura demagogia. Mas quem é que ainda acredita neste discurso? Só vai nesta conversa quem não conhece minimamente o que se passa na escola. Estatuto do aluno ? Qual exigência ? É o mais deliberado convite ao facilitaismo e à desresponsabilização do aluno. Até agora o aluno faltava e assumia a responsabilidade por isso. Agora o aluno falta e faz uma provazeca e passa e pode continuar a faltar e assim sucessivamente até chegar sabe-se lá onde... Ter os alunos na escola custa dinheiro então é mesmo melhor que faltem e que no final do ano passem! Porreiro pá!
andrademanuel, em 2008-05-06 23:43:21

Eu como pai não vou na conversa desta senhora e apelo a todos os pais que rejeitem isto de passar sem saber nada. Quanto aos professores, coitados, que ponha no papel aquilo que apregoa. Tenha coragem. Falou em privilégios dos professores. quais privilégios? só se forem o terem que comprar carro aos bancos para o poderem ser e o ordenado que fica pela estrada fora. O mundo ficou doente com a doença das vacas loucas de certeza.
peixeirada, em 2008-05-06 23:43:07

Afinal o que é que eu ando a fazer? É incrível! Tou tolo como nunca em mais de 30 anos não sei o que hei-de fazer. É uma no cravo e outra na ferradura. Penso que se não fossem os sindicatos teríamos 20 mil em Lisboa e esta senhora ia fazer experiências para outro lado.
peixeirada, em 2008-05-06 23:39:24

como é que é possível um discurso destes numa ministra da educação??????? tá tudo doido????? defender a escola pública e dar tudo aos meninos e retirar tudo aos professores?????? Mais reforço para o facilitismo e a "deseducação" no seu melhor!!!!!!!
casablanca1955, em 2008-05-06 23:37:01

Trabalho em defesa do quê??!!Orientado para quem??!!E o estatuto sócio-económico dos professores o quê??!Será que estou a lêr bem??!! Será ue a Marijuana já foi liberalizada e eu não dei por isso!!? Só pode! Quem fala assim não está neste mundo...
cambralenta, em 2008-05-06 23:10:41

Pois eu, talvez por ser retrógrada, quero que os meus filhos passem por mérito própio. Ou, fiquem retidos, caso o mereçam. Esta senhora, achará mesmo, que a retenção não é benéfica, ou sai mais barata? A sua política educativa, obviamente não premeia o trabalho. Arrecada dinheiro. E em meu nome, não fala. Era só o que faltava!!!
aminhaopiniao, em 2008-05-06 23:03:37

O que ela quer dizer... é que o que interessa é a quantidade e está a marimbar se para a qualidade!Quer menos chumbos??????????? Mas afinal não é o que todos queremos? Mas não a custa de notas forçadas para ajudar nas estatísticas! Quem merece passa quem não merece fica e que se esforce mais para o ano.Os pais tem o dever de incutir nos filhos que a vida não é fácil e só serão alguém se forem bons naquilo que fazem!Já ouço miúdos que dizem que estão a marimbar se para os estudos... dizem que se não for este ano mais tarde ou mais cedo há novas oportunidades para eles!E é verdade! Os nossos políticos agem para que este clima de facilitismo nos alunos perdure e se agrave!

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Oposição acusa ministério de «incompetência» e «trapalhadas» na avaliação dos professores

Os partidos da oposição acusaram hoje no Parlamento o Ministério da Educação (ME) de «incompetência» e de protagonizar sucessivas «trapalhadas» na implementação do processo de avaliação de desempenho dos professores

Na Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, PSD, CDS, PCP e Bloco de Esquerda uniram-se nas críticas ao Governo sobre esta matéria, questionando a ministra da Educação sobre os atrasos e as alterações no processo de avaliação dos professores, chegando mesmo a pedir a Maria de Lurdes Rodrigues que recue e suspenda o procedimento até ao final do ano lectivo.«Este processo tem decorrido de forma atabalhoada e está a atingir as escolas a meio do ano lectivo sem que ninguém esteja preparado. O Ministério da Educação foi completamente incompetente porque não cumpriu os prazos que estipulou para si próprio», afirmou Ana Drago, deputada do Bloco de Esquerda, acrescentando: «O Governo tem de parar para repensar este modelo e relançá-lo no próximo ano lectivo».Na resposta, a ministra da Educação reiterou que nenhum modelo de avaliação é perfeito e sublinhou que o cumprimento de prazos não depende só do Ministério da Educação.«Não tem razão para chamar incompetente ao Ministério da Educação e aos seus serviços. As coisas foram feitas no tempo próprio e respeitadas as sequências naturais. É um exagero falar em incompetência», afirmou Maria de Lurdes Rodrigues.O social-democrata Emídio Guerreiro questionou depois a demora do Governo na constituição do Conselho Cientifico para a Avaliação dos Professores (CCAP) e acusou igualmente a tutela de «incompetência», já que o Governo está desde Maio de 2007 para anunciar a constituição daquele órgão.«São trapalhadas sucessivas cada vez que este ministério apresenta alguma coisa ao país», criticou, por seu turno, José Paulo Carvalho, do CDS/PP.«Trapalhada deve ser uma palavra que ficou na memória dos senhores deputados durante no concurso de professores quando estavam no Governo», respondeu Maria de Lurdes Rodrigues. «Entendemos que era importante que a presidente do CCAP pudesse produzir as recomendações para as escolas. As trapalhadas a que se referem resumem-se a isto«, acrescentou Jorge Pedreira, secretário de Estado Adjunto e da Educação.Jorge Pedreira reiterou ainda que a «muito curto prazo» será anunciada a constituição do CCAP e desvalorizou as providências cautelares a pedir a suspensão de dois despachos da tutela sobre esta matéria.«Mesmo que o tribunal dê razão aos sindicatos isso não suspende o processo de avaliação, que continua na base do decreto-regulamentar e não desses despachos», afirmou.O responsável sublinhou ainda que as recomendações produzidas pela presidente do CCAP não eram obrigatórias para as escolas aprovarem os instrumentos de registo e medida do processo de avaliação de desempenho e justificou os atrasos com as cerca de 107 reuniões realizadas com os sindicatos durante o ano passado. Na Comissão de Educação e Ciência, também o PCP acusou a tutela de incompetência. «Não é esta incompetência que esconde que este processo de avaliação foi feito para perseguir os professores e desestabilizar as escolas», afirmou o comunista João Oliveira.Sobre a importância das notas dos alunos na avaliação de professores, os deputados questionaram o Governo se esse parâmetro não é um apelo ao facilitismo e ao desvirtuar dos verdadeiros resultados escolares dos estudantes.«Isso é uma desconfiança sobre a deontologia e ética das escolas e dos professores completamente inaceitável. Relembro que o que vai contar é a evolução dos resultados dos alunos no contexto da turma e no contexto das escolas e que esse é apenas um dos parâmetros que será avaliado», respondeu Jorge Pedreira.«Não deve ser premiado o professor que consegue recuperar os alunos em risco de abandono escolar, por exemplo? Não consigo compreender como é que os resultados escolares dos alunos não podem ser considerados», acrescentou a ministra. Maria de Lurdes Rodrigues negou ainda a acusação de que o sistema de avaliação serve para perseguir os professores, reiterando que este serve para distinguir os melhores professores e incentivar as boas práticas. «Hoje não existe qualquer distinção», sublinhou.À saída da comissão, a ministra comentou a manifestação nacional de docentes convocada hoje pela Federação Nacional de Professores (Fenprof) para o dia 08 de Março.«Faz parte das regras do jogo. Como costumo dizer, os sindicatos fazem o seu trabalho e nós fazemos o nosso», afirmou.
Lusa/SOL

Reforma só avança com todas as condições reunidas

A ministra da Educação garantiu, esta quinta-feira, que as crianças com necessidades especiais só vão ser transferidas para o ensino regular se estiverem reunidas todas as condições até 2013 e rejeitou que o Governo queira poupar ao lançar esta reforma

09:44 / 21 de Fevereiro 08 )
A ministra da Educação garantiu, esta quinta-feira, que, caso não estejam reunidas todas as condições até 2013, as crianças com necessidades educativas especiais não vão ser transferidas do ensino especial para o regular. «Não é nossa intenção nem autorizaremos que seja descontinuado nenhum apoio a uma criança que actualmente tenha apoio numa escola, num colégio ou numa instituição de solidariedade social», disse à TSF Maria de Lurdes Rodrigues, adiantando que as reformas previstas exigem «muita ponderação e muito tempo».Maria de Lurdes Rodrigues acrescentou que Executivo está a trabalhar em conjunto com as instituições envolvidas e com os pais das crianças com necessidades educativas especiais, no sentido de as «tranquilizar». Questionada sobre as críticas de que a reforma em causa visa poupar dinheiro, a ministra respondeu que não existe «nenhuma tentativa de retirar direitos», mas, pelo contrário, «ampliá-los».O objectivo é levar as escolas públicas portuguesas a dar «mais respostas», adiantou, lembrando que a maioria das crianças com deficiência «estão nas escolas públicas, em muitos casos sem as condições para poderem ter todos os apoios que hoje o país pode proporcionar».

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Ministra considera rotineira reunião de Sócrates com professores socialistas

Porto, 15 Fev (Lusa) - A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, considerou hoje "de rotina" a reunião que o secretário-geral do PS, José Sócrates, terá sábado em Lisboa com professores socialistas de todos os distritos.


"Os encontros com professores socialistas no Largo do Rato [onde se localiza a sede nacional do PS] são habituais. Não será o primeiro nem o último", afirmou Maria de Lurdes Rodrigues em Leça da Palmeira, Matosinhos, no final de uma visita à Qualifica - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego.
A ministra referiu que "conta estar presente na reunião", à semelhança do que fez noutras ocasiões, sublinhando que "também com o primeiro-ministro é habitual fazerem-se estas reuniões".
"A política de educação tem o apoio explícito do Governo. É uma batalha difícil, mas estamos todos sintonizados para levar a cabo esta missão", frisou.
Maria de Lurdes Rodrigues considerou "normal" as críticas dos professores às suas decisões, atribuindo essas atitudes às "incertezas quanto ao futuro e à avaliação" e ao "peso" sobre as escolas e os docentes das novas exigências do Ministério da Educação.
O encontro com professores socialistas acontece depois de quinta-feira, durante uma reunião do Grupo Parlamentar do PS, vários deputados socialistas do sector do ensino terem criticado a ministra da Educação por causa da proposta do Governo de reforma do ensino artístico.
Antes desta questão do ensino artístico, durante a anterior sessão legislativa, também vários deputados socialistas do sector da educação já tinham entrado em rota de colisão com o executivo, criticando a proposta de revisão do estatuto da carreira docente.
Confrontado com estas críticas internas, Augusto Santos Silva referiu hoje à Lusa que o PS "é um partido livre e plural", mas considerou que muitas dos episódios ocorridos em reuniões da bancada socialista chegam à comunicação social "de forma distorcida".
Momentos antes da visita à Qualifica, a ministra da Educação aproveitou a sessão de abertura do seminário "Certificar Qualificando? Que caminho para a sociedade do conhecimento?" para acentuar a aposta do Governo no ensino obrigatório até ao 12º ano.
Maria de Lurdes Rodrigues afirmou que apenas 30 por cento da população portuguesa tem o Ensino Secundário completo, quando a média europeia é de 70 por cento, o que resulta de vários factores, entre os quais o "limitado" leque de oferta e o precoce abandono escolar.
"O mais importante é inflectir esta tendência e garantir que os jovens não saem da escola sem concluir o Ensino Secundário", afirmou a ministra.

FZ/PMF.
Lusa/Fim
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-02-15 17:45:04

Ministra considera rotineira reunião de Sócrates com professores socialistas

Porto, 15 Fev (Lusa) - A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, considerou hoje "de rotina" a reunião que o secretário-geral do PS, José Sócrates, terá sábado em Lisboa com professores socialistas de todos os distritos.


"Os encontros com professores socialistas no Largo do Rato [onde se localiza a sede nacional do PS] são habituais. Não será o primeiro nem o último", afirmou Maria de Lurdes Rodrigues em Leça da Palmeira, Matosinhos, no final de uma visita à Qualifica - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego.
A ministra referiu que "conta estar presente na reunião", à semelhança do que fez noutras ocasiões, sublinhando que "também com o primeiro-ministro é habitual fazerem-se estas reuniões".
"A política de educação tem o apoio explícito do Governo. É uma batalha difícil, mas estamos todos sintonizados para levar a cabo esta missão", frisou.
Maria de Lurdes Rodrigues considerou "normal" as críticas dos professores às suas decisões, atribuindo essas atitudes às "incertezas quanto ao futuro e à avaliação" e ao "peso" sobre as escolas e os docentes das novas exigências do Ministério da Educação.
O encontro com professores socialistas acontece depois de quinta-feira, durante uma reunião do Grupo Parlamentar do PS, vários deputados socialistas do sector do ensino terem criticado a ministra da Educação por causa da proposta do Governo de reforma do ensino artístico.
Antes desta questão do ensino artístico, durante a anterior sessão legislativa, também vários deputados socialistas do sector da educação já tinham entrado em rota de colisão com o executivo, criticando a proposta de revisão do estatuto da carreira docente.
Confrontado com estas críticas internas, Augusto Santos Silva referiu hoje à Lusa que o PS "é um partido livre e plural", mas considerou que muitas dos episódios ocorridos em reuniões da bancada socialista chegam à comunicação social "de forma distorcida".
Momentos antes da visita à Qualifica, a ministra da Educação aproveitou a sessão de abertura do seminário "Certificar Qualificando? Que caminho para a sociedade do conhecimento?" para acentuar a aposta do Governo no ensino obrigatório até ao 12º ano.
Maria de Lurdes Rodrigues afirmou que apenas 30 por cento da população portuguesa tem o Ensino Secundário completo, quando a média europeia é de 70 por cento, o que resulta de vários factores, entre os quais o "limitado" leque de oferta e o precoce abandono escolar.
"O mais importante é inflectir esta tendência e garantir que os jovens não saem da escola sem concluir o Ensino Secundário", afirmou a ministra.

FZ/PMF.
Lusa/Fim
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-02-15 17:45:04

Esta extraordinária ministra!!!!!!!

Este mês a ministra da educação foi à assembleia da república e alguns deputados do PS questionaram-na sobre algumas das suas políticas da educação.
Confrontada com essas dúvidas o que faz a ministra... Responde ?

Não...

Acusa antes os deputados de ao colocarem dúvidas estarem a dar voz aos "professorezecos"...
Assim mesmo, os "professorzecos".


Esta notícia foi publicada no Público, mas, por alguma razão, passou praticamente despercebida, divulguem-na para que se perceba o calibre desta ministra.

http://educar.files.wordpress.com/2008/01/ps.jpg

sábado, fevereiro 16, 2008

Sócrates reúne-se no sábado com professores socialistas

O secretário-geral do PS, José Sócrates, reúne-se sábado, na sede nacional do seu partido, com professores socialistas de todos os distritos, encontro que tem como objectivo analisar a política de educação do Governo.
Em declarações à agência Lusa, Augusto Santos Silva, membro do Secretariado Nacional do PS, referiu que o encontro se insere no conjunto de reuniões que José Sócrates promove «habitualmente» com estruturas do partido.
«Neste caso, o encontro será com uma das estruturas de base temática do PS: a da educação», referiu o dirigente socialista.
O encontro com professores socialistas acontece depois de na passada quinta-feira, durante uma reunião do Grupo Parlamentar do PS, vários deputados socialistas do sector do ensino terem criticado a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, por causa da proposta do Governo de reforma do ensino artístico.
Antes desta questão do ensino artístico, durante a anterior sessão legislativa, também vários deputados socialistas do sector da educação já tinham entrando em rota de colisão com o executivo, criticando a proposta de revisão do estatuto da carreira docente.
Confrontado com estas críticas internas, Augusto Santos Silva referiu que o PS «é um partido livre e plural», mas considerou que muitas dos episódios ocorridos em reuniões da bancada socialista chegam à comunicação social «de forma distorcida».
«Por outro lado, reparo que é difícil haver [na comunicação social] ecos de reuniões internas do PCP ou do Bloco de Esquerda», acrescentou.
Diário Digital / Lusa
15-02-2008 14:08:00

Reunião de Sócrates com professores é habitual

Maria de Lurdes Rodrigues, ministra da Educação, afirmou esta sexta-feira que a reunião do secretário-geral do PS, José Sócrates, com os professores socialistas de todos os distritos, agendada para amanhã na sede do PS, no Largo do Rato, é "habitual".
Os encontros com professores socialistas no Largo do Rato são habituais. Não será o primeiro nem último” disse a governante, acrescentando que “conta estar presente na reunião”, como já aconteceu noutras ocasiões, e que "também com o Primeiro-ministro é habitual fazerem-se estas reuniões".Segundo Maria de Lurdes Rodrigues, “a política de Educação tem o apoio explícito do Governo. É uma batalha difícil, mas estamos todos sintonizados para levar a cabo esta missão”.O Primeiro-ministro anunciou esta sexta-feira que se reunirá na sede nacional do seu partido com professores socialistas de todos os distritos. Um encontro que tem como objectivo analisar a política de educação do Governo.

quarta-feira, setembro 26, 2007

AR: CDS-PP pede demissão da ministra da Educação

26 de Setembro de 2007, 16:36

Lisboa, 26 Set (Lusa) - O líder parlamentar do CDS-PP, Diogo Feio, pediu hoje a demissão da ministra Maria de Lurdes Rodrigues devido às várias decisões do Ministério da Educação consideradas ilegais pelos tribunais.
Diogo Feio recordou as decisões dos tribunais administrativos que consideraram ilegal a repetição de exames nacionais do 12º ano.
"A sra. ministra anunciou em Julho no ano passado nesta sala que a decisão tomada era justa e legal. Nem uma coisa nem outra afirmam os tribunais. De que estará à espera o sr. primeiro-ministro para dispensar de funções uma equipa ministerial cujas decisões são chumbadas de forma consecutiva pelos tribunais?", questionou Diogo Feio.
Na sua primeira intervenção no plenário como líder parlamentar - que o presidente do partido não ouviu, já que Paulo Portas só entrou na sala durante o período dos pedidos de esclarecimento - Diogo Feio considerou que "o Governo Sócrates está hoje bem mais perto do fim do que do seu início".
"Nesta segunda metade do mandato, o Governo aparece com menor energia, menor imaginação, menor pudor e menor noção da realidade. Até nas promessas está mais fraco", criticou, referindo-se ao compromisso do primeiro-ministro no último debate mensal com a abertura, nas Lojas do Cidadão, do balcão "Perdi a Carteira".
"Será que também assistiremos à abertura de balcões sucessivos como o perdi a segurança, perdi o emprego, perdi a consulta, perdi a escola, perdi a empresa, perdi anos e anos nos tribunais, tudo culminando daqui a dois anos num balcão a abrir no Largo do Rato perdi as eleições?", questionou.
Criticando os aumentos constantes de impostos por parte do Governo PS, o novo líder parlamentar do CDS-PP referiu-se também ao aumento do Imposto Municipal sobre Imóveis, anunciado terça-feira pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, o socialista António Costa.
"É caso para dizer que com socialistas a entrar os impostos andam sempre a aumentar", frisou.
Diogo Feio reiterou a promessa de que o CDS irá apresentar, no próximo Orçamento de Estado, uma proposta de aumento da dedução à colecta do IRS dos juros a pagar nos empréstimos à habitação e anunciou a entrega, hoje mesmo, de uma iniciativa que cria um novo regime fiscal das sociedades detentoras de participações sociais no estrangeiro.
"E que fico claro sr. ministro, se no próximo Orçamento aparecer um aumento de impostos o CDS votará contra o documento", garantiu.
Os líderes parlamentares do PS, Alberto Martins, do PSD, Marques Guedes, e do PCP, Bernardino Soares, fizeram questão de saudar Diogo Feio pela sua eleição como presidente da bancada democrata-cristã.
SMA.
Lusa/fim