terça-feira, outubro 10, 2006

Em prisão domiciliária na escola



1. Exclusividade total à escola, não podendo prestar nenhum tipo de serviço remunerado ou não.
2. Progressão na carreira (mais anos em cada escalão, menos escalões, mais dificuldades…)
3. Quotas nos escalões (mesmo que estejam reunidas todas as condições, podes ter que aguardar que o teu colega morra ou que mude de escola).
4. As professoras não podem ser mães para não se atrasem no tempo de serviço.
5. Acabou-se o dia de folga. Acabou-se não! Poderás tê-lo aos 60 anos!
6. O secundário passa a 22h semanais (nós é que devíamos passar a 20h e não eles a serem aumentados, coitados!)
7. A 1ª redução, de 2h, ocorrerá aos 50 anos (já terei 28 de serviço!), mas certamente que nessa altura, com professores que não protestam, já não haverá redução alguma!
8. Exame para entrar na carreira! Então se o ministério tem cursos para formar professores, para quê ainda fazer um exame aos que já por esses cursos passaram?!. Será que os professores universitários também são incompetentes e os avaliaram mal?!
9. Deixa de haver dias para formação. As acções de formação, passam assim, a ser realizadas em horário pós-laboral.
10. Têm que ser leccionadas 97% das aulas previstas! Tomem já a vacina contra a gripe!
11. Se for designado para um cargo não pode recusar! (insuf. na avaliação!)
12. Segundo ouvi dizer vão arranjar trabalhinhos interessantes para nos ocuparem no Natal e na Páscoa.

Os meus pais, ambos professores, é que têm sorte - já se reformaram! Tiveram todas as reduções da época, não faziam trabalho de secretaria (matrículas, tirar faltas, etc), a minha mãe pôde ser mãe (graças a Deus!), podiam faltar quando estavam doentes (mas não faltavam!), tiveram outras actividades que os valorizaram quer materialmente, quer como pessoas, puderam dar porrada nos putos (nenhum morreu) e hoje agradecem! E havia mais sucesso escolar! Será então um problema social?

Mas o que mais me custa na Dona Maria de Lurdes, e não sei se já repararam é que muitas destas medidas não são para poupar dinheiro (que essas eu até posso entender), são mesmo para provocar os professores!

Por todas estas razões, mesmo sabendo que o € dá jeito (os mineiros ganham um quarto do que ganhamos e se for preciso fazem um mês de greve); se não fizeres greve, agindo como se nada se passasse e dando a idiota desculpa que as greves só servem para encher os cofres do estado ou que o dia da greve não é o ideal, podes apagar o meu e-mail, não te conheço!

Pedro Monteiro

Por que é que os prof's tão sempre a levar porrada?

É mesmo muito mau... ensinar a sociedade a crescer.... ser veículo de conhecimentos... ser modelo social... e no fim... estar sempre a levar porrada....

Porquê?
Será "imbeja"?????

Fases do ensino em Portugal

1ª fase (antes de 1974): O aluno ao matricular-se ficava automaticamente chumbado. Teria de provar o contrário ao professor. 2ª fase (até 1992): O aluno ao matricular-se arriscava-se a passar. 3ª fase (actual): O aluno ao matricular-se já transitou automaticamente de ano, salvocasos muito excepcionais e devidamente documentados pelo professor, que terá de incluir no processo, obrigatoriamente um "curriculum vitae" extremamente detalhado do aluno e nalguns casos da própriafamília.4ª fase ( em vigor a partir de 2007): O professor está proibido de chumbar o aluno; nesta fase quem é avaliado é o próprio professor, pelo aluno e respectiva família, correndo o risco quasecerto de chumbar...Apetece-me acrescentar uma 5ª fase: Os alunos que saibam escrever o seu nome sem erros, nem precisam matricular-se. Têm acesso directo ao Conselho de Ministros comoconsultores privados do 1º Ministro, equiparados a Chefe de Gabinete,com direito a subsídio de almoço e de transporte. Também se está a estudar a participação dos pais no referido Conselho, desde que se apresentem munidos de tacos de basebol e, pelomenos, tenham tomado banho no corrente mês. Os professores excendentários após esta reforma do sector serãodespedidos com justa causa, porque é imperioso reduzir o número de supranumérários, dada a despesa que constituem para o depauperadoerário público. Isto não é brincadeira! Está mesmo mau! Calculem que a um deputado que não entregou a tempo os bilhetes doautocarro foi cortado o subsídio de transporte com o argumento de que já não havia verba. Isto não pode repetir-se. Os professores quepaguem a crise! Abaixo o ensino! Viva o ZERO e todos os números acabados em ZERO! VIVAM!

Carta aberta ao Eng José Sócrates

ACORDAI PORTUGUESES ACORDAI...



CARTA ABERTA AO ENGENHEIRO JOSÉ SÓCRATES



Esta é a terceira carta que lhe dirijo. As duas primeiras motivadas por um convite que formulou mas não honrou, ficaram descortesmente sem resposta.

A forma escolhida para a presente é obviamente retórica e assenta NUM DIREITO QUE O SENHOR AINDA NÃO ELIMINOU: o de manifestar publicamente indignação perante a mentira e as opções injustas e erradas da governação.

Por acção e omissão, o Senhor deu uma boa achega à ideia, que ultimamente ganhou forma na sociedade portuguesa, segundo a qual os funcionários públicos seriam os responsáveis primeiros pelo descalabro das contas do Estado e pelos malefícios da nossa economia. Sendo a administração pública a própria imagem do Estado junto do cidadão comum, é quase masoquista o seu comportamento.
Desminta, se puder, o que passo a afirmar:

1.º Do Statics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona Euro.

2.º Outra publicação da Comissão Europeia, L?Emploi en Europe 2003, permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E o que vemos?
Que em média nessa Europa 25,6 por cento dos empregados são empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção da Espanha.

As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro, respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice destes dois países?

3º. Um dos slogans mais usados é do peso das despesas da saúde. A insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é de 1458. Em Portugal esse gasto é ... 758. Todos os restantes países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730, a Áustria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799, etc.
Com o anterior não pretendo dizer que a administração pública é um poço de virtudes. Não é. Presta serviços que não justificam o dinheiro que consome. Particularmente na saúde, na educação e na justiça. É um santuário de burocracia, de ineficiência e de ineficácia. Mas infelizmente os mesmos paradigmas são transferíveis para o sector privado. Donde a questão não reside no maniqueísmo em que o Senhor e o seu ministro das Finanças caíram, lançando um perigoso anátema sobre o funcionalismo público. A questão reside em corrigir o que está mal, seja público, seja privado. A questão reside em fazer escolhas acertadas. O Senhor optou pelas piores. De entre muitas razões que o espaço não permite, deixe-me que lhe aponte duas:

1.º Sobre o sistema de reformas dos funcionários públicos têm-se dito barbaridades . Como é sabido, a taxa social sobre os salários cifra-se em 34,75 por cento (11 por cento pagos pelo trabalhador, 23,75 por cento pagos pelo patrão ).

OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PAGAM OS SEUS 11 POR CENTO. Mas O SEU PATRÃO ESTADO NÃO ENTREGA MENSALMENTE À CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES, COMO LHE COMPETIA E EXIGE AOS DEMAIS EMPREGADORES, os seus 23,75 por cento. E é assim que as "transferências" orçamentais assumem perante a opinião pública não esclarecida o odioso de serem formas de sugar os dinheiros públicos.
Por outro lado, todos os funcionários públicos que entraram ao serviço em Setembro de 1993 já verão a sua reforma ser calculada segundo os critérios aplicados aos restantes portugueses. Estamos a falar de quase metade dos activos. E o sistema estabilizará nessa base em pouco mais de uma década.
Mas o seu pior erro, Senhor Engenheiro, foi ter escolhido para artífice
das iniquidades que subjazem á sua política o ministro Campos e Cunha, que não teve pruridos políticos, morais ou éticos por acumular aos seus 7.000 Euros de salário, os 8.000 de uma reforma conseguida aos 49 anos de idade e com 6 anos de serviço. E com a agravante de a obscena decisão legal que a suporta ter origem numa proposta de um colégio de que o próprio fazia parte.

2.º Quando escolheu aumentar os impostos, viu o défice e ignorou a
economia. Foi ao arrepio do que se passa na Europa. A Finlândia dos seus encantos, baixou-os em 4 pontos percentuais, a Suécia em 3,3 e a Alemanha em 3,2.

3º Por outro lado, fala em austeridade de cátedra, e é apologista
juntamente com o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, da implosão de uma torre ( Prédio Coutinho ) onde vivem mais de 300 pessoas. Quanto vão custar essas indemnizações, mais a indemnização milionária que pede o arquitecto que a construiu, além do derrube em si?

4º Por que não defende V. Exa. a mesma implosão de uma outra torre, na Covilhã ( ver ' Correio da Manhã ' de 17/10/2005 ) , em tempos defendida pela Câmara, e que agora já não vai abaixo? Será porque o autor do projecto é o Arquitecto Fernando Pinto de Sousa, por acaso pai do Senhor Engenheiro, Primeiro Ministro deste país?
Por que não optou por cobrar os 3,2 mil milhões de Euros que as empresas privadas devem à Segurança Social ?
Por que não pôs em prática um plano para fazer a execução das dívidas fiscais pendentes nos tribunais Tributários e que somam 20 mil milhões de Euros ?
Por que não actuou do lado dos benefícios fiscais que em 2004 significaram 1.000 milhões de Euros ?
Por que não modificou o quadro legal que permite aos bancos , que
duplicaram lucros em época recessiva, pagar apenas 13 por cento de impostos ?
Por que não renovou a famigerada Reserva Fiscal de Investimento que permitiu à PT não pagar impostos pelos prejuízos que teve no Brasil, o que, por junto, representará cerca de 6.500 milhões de Euros de receita perdida ?
A Verdade e a Coragem foram atributos que Vossa Excelência invocou para se diferenciar dos seus opositores.

QUANDO SUBIU OS IMPOSTOS, QUE PERANTE MILHÕES DE PORTUGUESES GARANTIU QUE NÃO SUBIRIA, FICÁMOS TODOS ESCLARECIDOS SOBRE A SUA VERDADE.

QUANDO ELEGEU OS DESEMPREGADOS, OS REFORMADOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COMO PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE COMBATE AO DÉFICE, PERCEBEMOS DE QUE TEOR É A SUA CORAGEM.


Santana Castilho (Professor Ensino Superior)
*Veja o que acontece se multiplicarmos 37 por múltiplos de 3: *

* 3 x 37 = 111 *

* 6 x 37 = 222 *

* 9 x 37 = 333 *

* 12 x 37 = 444 *

* 15 x 37 = 555 *

* 18 x 37 = 666 *

* 21 x 37 = 777 *

* 24 x 37 = 888 *

* 27 x 37 = 999 *

**

*Agora veja isto: *

**

*111.111.111 x 111.111.111 = 12.345.678.987.654.321 *

**

*Veja este trapézio: *

**

* 1 x 9 + 2 = 11 *

* 12 x 9 + 3 = 111 *

* 123 x 9 + 4 = 1111 *

* 1234 x 9 + 5 = 11111 *

* 12345 x 9 + 6 = 111111 *

* 123456 x 9 + 7 = 1111111 *

* 1234567 x 9 + 8 = 11111111 *

* 12345678 x 9 + 9 = 111111111 *

**

*E este outro trapézio: *

**

* 1 x 8 + 1 = 9 *

* 12 x 8 + 2 = 98 *

* 123 x 8 + 3 = 987 *

* 1234 x 8 + 4 = 9876 *

* 12345 x 8 + 5 = 98765 *

* 123456 x 8 + 6 = 987654 *

* 1234567 x 8 + 7 = 9876543 *

* 12345678 x 8 + 8 = 98765432 *

* 123456789 x 8 + 9 = 987654321 *

**

*E este outro: *

**

* 0 x 9 + 8 = 8 *

* 9 x 9 + 7 = 88 *

* 98 x 9 + 6 = 888 *

* 987 x 9 + 5 = 8888 *

* 9876 x 9 + 4 = 88888 *

* 98765 x 9 + 3 = 888888 *

* 987654 x 9 + 2 = 8888888 *

* 9876543 x 9 + 1 = 88888888 *

* 98765432 x 9 + 0 = 888888888 *

* 987654321 x 9 - 1 = 8888888888 *

* 9876543210 x 9 - 2 = 88888888888 *

**



*Agora cá prá nós... *

*Quem foi o cara que inventou isso ???*

Asneiras dos nossos queridos alunos

História- A História divide-se em 4: Antiga, Média, Moderna e Momentânea (esta, ados nossos dias).- O Hino Nacional Francês chama-se "La Mayonèse". - Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.- Entres os índios da América, destacam-se os aztecas, os incas, ospirineus, etc.- No começo os índios eram muito atrazados mas com o tempo foram-se sifilizando.- Com a morte de Jesus Cristo os apóstolos continuaram a sua carreira.- Entre os povos orientais os casamentos eram feitos "no escuro" e os noivossó se conheciam na hora H.Geografia- A capital de Portugal é Luiz Boa.- O principal rio nos Estados Unidos é o Mininici.- A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos.- Na América Central há países como a República do Minicana. - A Terra é um dos planetas mais conhecidos no mundo.- As constelações servem para esclarecer a noite.- As principais cidades da América do Norte são Argentina e Estados Unidos.Ciências- Ecologia é o estudo dos ecos, isto é, da ida e vinda dos sons.- Solo é quando numa orquestra um dos músicos "capricha" sozinho e os outrosficam à escuta.- Assexuada é a pessoa que não está nem do lado de cá nem do lado de lá. - Trompa de Eustáquio é o instrumento musical de sopro, inventado pelogrande músico belga Eustáquio, de Bruxelas.- Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou alei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus. Português- Parêntesis é o gráu da família que existe entre os pais e filhos, tios esobrinhos, avós e netos, primos e primas, etc.- Preposição, conforme diz a palavra pela sua própria entomologia, é aquela que é colocada antes da outra que é mais importante.- Conjunção é a grafia que se usa quando se quer conjugar um verbo.- Sujeito é a pessoa com quem a gente fala.- Concordância é quando nós estamos de acordo com o que o outro disse. EXAMES- 2ª FASE- A febre amarela foi trazida da China por Marco Polo.- Os ruminantes distinguem-se dos outros animais porque o que comem, comemduas vezes.- O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24 horas por dia. - A arquitectura gótica notabilizou-se por fazer edifícios verticais.- A diferença entre o Romantismo e o Realismo é que os românticos escrevemromances e os realistas nos mostram como está a situação do país. - As múmias tinham um profundo conhecimento de anatomia.- Na Grécia a democracia funcionavam muito bem porque os que não estavam deacordo envenenavam-se.- As plantas distinguem-se dos animais por só respirarem à noite. - Os estuários e os deltas foram os primitivos habitantes da Mesopotâmia.- A caixa de previdência assegura o direito à enfermidade colectiva.- A respiração anaeróbica é a respiração sem ar que não deve passar de três minutos.- Calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo.- Antes de ser criada a Justiça, o mundo era injusto.COM OS EXAMES NACIONAIS DO 9º E DO 12º- Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigénio. - O nervo óptico transmite ideias luminosas ao cérebro.- O vento é uma imensa quantidade de ar.- Terramoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas.- Os antigos egípcios desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor.- Péricles foi o principal ditador da democracia grega.- O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância denecessidades.- O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro de água.- A principal função da raíz é enterrar-se.- O sol dá-nos luz, calor e turistas.- As aves têm na boca um dente chamado bico.- A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem de realizar num metro da unidade de tempo, no sentido contrário.A MELHOR DE TODAS AS RESPOSTAS..."Os fungos são realmente bastante nocivos aos interesses humanos. Fungando,uma pessoa pode estar inalando milhões e milhões de vírus e bactérias do ambiente que se respira. Mas há também a utilidade. Uma boa fungada podeefectivamente retirar aquele catarro preso na garganta, sendo que quantomaior o som emitido pela fungada maior é a sua eficiência e precisão na retirada daquela substância indesejada. Há quem diga que fungar é porcariamas pesquisas científicas revelam que, além de serem métodos eficientes, asfungadas fazem parte do dia-a-dia de pessoas em todo o mundo. E como diz a famosa frase: "Aquele que nunca deu uma fungada que atire aprimeira pedra."

APENAS E SOMENTE A LíNGUA PORTUGUESA PERMITE ESCREVER ISTO

PEDRO PAULO PEREIRA PINTO PIRES, PEQUENO PINTOR, PORTUGUêS,PINTAVA PORTAS, PAREDES, PORTAIS. PORéM, PEDIU PARA PARAR PORQUE PREFERIU PINTAR PANFLETOS. PARTINDO PARA PIRACICABA, PINTOUPRATELEIRAS PARA PODER PROGREDIR. POSTERIORMENTE, PARTIU PARAPIRAPORA. PERNOITANDO, PROSSEGUIU PARA PARANAVAí, POIS PRETENDIAPRATICAR PINTURAS PARA PESSOAS POBRES. PORéM, POUCO PRATICOU, PORQUE PADRE PAULO PEDIU PARA PINTAR PANELAS, PORéM POSTERIORMENTEPINTOU PRATOS PARA PODER PAGAR PROMESSAS. PáLIDO, PORéMPERSONALIZADO, PREFERIU PARTIR PARA PORTUGAL PARA PEDIR PERMISSãOPARA PAPAI PARA PERMANECER PRATICANDO PINTURAS, PREFERINDO, PORTANTO, PARIS. PARTINDO PARA PARIS, PASSOU PELOS PIRINéUS, POIS PRETENDIAPINTá-LOS. PARECIAM PLáCIDOS, PORéM, PESAROSO, PERCEBEU PENHASCOSPEDREGOSOS, PREFERINDO PINTá-LOS PARCIALMENTE, POIS PERIGOSAS PEDRASPARECIAM PRECIPITAR-SE PRINCIPALMENTE PELO PICO, PORQUE PASTORES PASSAVAM PELAS PICADAS PARA PEDIREM POUSADA, PROVOCANDO PROVAVELMENTEPEQUENAS PERFURAçõES, POIS, PELO PASSO PERCORRIAM, PERMANENTEMENTE,POSSANTES POTRANCAS. PISANDO PARIS, PERMISSãO PARA PINTAR PALáCIOSPOMPOSOS, PROCURANDO PONTOS PITORESCOS, POIS, PARA PINTAR POBREZA, PRECISARIA PERCORRER PONTOS PERIGOSOS, PESTILENTOS, PERNICIOSOS,PREFERINDO PEDRO PAULO PRECAVER-SE. PROFUNDAS PRIVAçõES PASSOUPEDRO PAULO. PENSAVA PODER PROSSEGUIR PINTANDO, PORéM, PRETASPREVISõES PASSAVAM PELO PENSAMENTO, PROVOCANDO PROFUNDOS PESARES, PRINCIPALMENTE POR PRETENDER PARTIR PRONTAMENTE PARA PORTUGAL. POVOPREVIDENTE! PENSAVA PEDRO PAULO... PRECISO PARTIR PARA PORTUGALPORQUE PEDEM PARA PRESTIGIAR PATRíCIOS, PINTANDO PRINCIPAIS PORTOSPORTUGUESES. PARIS! PARIS! - PROFERIU PEDRO PAULO. PARTO, PORéM PENSO PINTá-LA PERMANENTEMENTE, POIS PRETENDOPROGREDIR. PISANDO PORTUGAL, PEDRO PAULO PROCUROU PELOS PAIS, PORéM, PAPAIPROCóPIO PARTIRA PARA A PROVíNCIA. PEDINDO PROVISõES, PARTIU PRONTAMENTE, POIS PRECISAVA PEDIR PERMISSãO PARA PAPAI PROCóPIOPARA PROSSEGUIR PRATICANDO PINTURAS. PROFUNDAMENTE PáLIDO, PERFEZPERCURSO PERCORRIDO PELO PAI. PEDINDO PERMISSãO, PENETROU PELO PORTãO PRINCIPAL. PORéM, PAPAI PROCóPIO PUXANDO-O PELO PESCOçO PROFERIU : PEDISTE PERMISSãO PARA PRATICAR PINTURA, PORéM, PRATICANDO,PINTAS PIOR. PRIMO PINDUCA PINTOU PERFEITAMENTE PRIMA PETúNIA. PORQUE PINTAS PORCARIAS? PAPAI PROFERIU PEDRO PAULO, PINTO PORQUE PERMITISTE, PORéM, PREFERINDO, PODEREI PROCURAR PROFISSãO PRóPRIA PARA PODER PROVARPERSEVERANçA, POIS PRETENDO PERMANECER POR PORTUGAL. PEGANDO PEDROPAULO PELO PULSO, PENETROU PELO PATAMAR, PROCURANDO PELOS PERTENCES,PARTIU PRONTAMENTE, POIS PRETENDIA PôR PEDRO PAULO PARA PRATICAR PROFISSãO PERFEITA: PEDREIRO! PASSANDO PELA PONTE PRECISARAM PESCAR PARA PODEREM PROSSEGUIRPEREGRINANDO. PRIMEIRO, PEGARAM PEIXES PEQUENOS, PORéM, PASSANDO POUCO PRAZO,PEGARAM PACUS, PIAPARAS, PIRARUCUS. PARTINDO PELA PICADA PRóXIMA, POIS PRETENDIAM PERNOITAR PERTINHO,PARA PROCURAR PRIMO PéRICLES PRIMEIRO. PISANDO POR PEDRAS PONTUDAS, PAPAI PROCóPIO PROCUROU PéRICLES,PRIMO PRóXIMO, PEDREIRO PROFISSIONAL PERFEITO. POUCAS PALAVRAS PROFERIRAM, PORéM PROMETEU PAGAR PEQUENA PARCELA PARA PéRICLESPROFISSIONALIZAR PEDRO PAULO. PRIMEIRAMENTE PEDRO PAULO PEGAVA PEDRAS, PORéM, PéRICLESPEDIU-LHE PARA PINTAR PRéDIOS, POIS PRECISAVA PAGAR PINTORES PRáTICOS. PARTICULARMENTE PEDRO PAULO PREFERIA PINTAR PRéDIOS. PERECEU PINTANDO PRéDIOS PARA PéRICLES, POIS PRECIPITOU-SE PELASPAREDES PINTADAS. POBRE PEDRO PAULO, PERECEU PINTANDO... PERMITA-ME, POIS, PEDIR PERDãO PELA PACIêNCIA, POIS PRETENDO PARAR PARA PENSAR... PARA PARAR PRECISO PENSAR. PENSEI. PORTANTO,PRONTO, PARAREI. (E ACHAMOS NóS O MáXIMO QUANDO CONSEGUIMOS DIZER: \'O RATO ROEUA RICA ROUPA DO REI DE ROMA\'!...)

Plano Nacional de Matemática

Como avaliar as competências envolvidas na resolução de um exercício...

Avaliação de um exercício nos tempos que correm - (Orientado para professores que são responsáveis pelo insucesso e que têm que mudar)

QUESTÃO:
6 + 7 = ?

A . EXERCÍCIO:
6 + 7 = 18

B . ANÁLISE :
A grafia do número seis está absolutamente correcta;
O mesmo se pode concluir quanto ao número sete.
O sinal operacional + indica-nos, correctamente, que se trata de uma adição.
Quanto ao resultado, verifica-se que o primeiro algarismo (1) está correctamente escrito - corresponde ao primeiro algarismo da soma pedida.
O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um três escrito simetricamente - repare-se na simetria, considerando-se um eixo vertical!
Para além disso, o número oito é considerado um símbolo de boa sorte para algumas culturas e um símbolo religioso para outras.
Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos ... a sua intenção era, portanto, boa.

C . AVALIAÇÃO :
Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que:
A atitude do aluno foi positiva: ele tentou!
Os procedimentos estão correctamente encadeados: os elementos estão
dispostos pela ordem precisa.
Nos conceitos, só se enganou (?) num dos seis elementos que formam o
exercício, o que é perfeitamente negligenciável.
Na verdade, o aluno acrescentou uma mais-valia ao exercício ao trazer para
a proposta de resolução outros conceitos estudados - as simetrias... -
realçando as conexões matemáticas que sempre coexistem em qualquer
exercício...
Em consequência, podemos atribuir-lhe um .
...."EXCELENTE"...
....e afirmar que o aluno...
...." PROGRIDE ADEQUADAMENTE"!!!

MUITO OBRIGADO, S.RA MINISTRA!!!

Listagem de Bibliotecas no mundo


Biblioteca Apostólica Vaticana - biblioteca que possui um arquivo secreto: bav.vatican.va < http://bav.vatican.va/>Biblioteca Central - localize os livros das bibliotecas da UFRGS: www.biblioteca.ufrgs.br < http://www.biblioteca.ufrgs.br>Biblioteca del Congreso - item Expo Virtual mostra alguns tesouros dessa biblioteca argentina: www.bcnbib.gov.ar <http://www.bcnbib.gov.ar/>Biblioteca Digital Andina - Bolívia, Colômbia, Equador e Peru estão representados: www.comunidadandina.org/bda < http://www.comunidadandina.org/bda>Biblioteca Digital de Obras Raras - livros completos digitalizados, como um de Lavoisier editado no século 19: www.obrasraras.usp.br <http://www.obrasraras.usp.br/>Biblioteca do Hospital do Câncer - índice desse acervo especializado em oncologia: www.hcanc.org.br/outrasinfs/biblio/biblio1.html <http://www.hcanc.org.br/outrasinfs/biblio/biblio1.html >Biblioteca do Senado Federal - sistema de busca nos 150 mil títulos da biblioteca: www.senado.gov.br/biblioteca <http://www.senado.gov.br/biblioteca> Biblioteca Mário de Andrade - acervo, eventos e história da principal biblioteca de São Paulo: www.prefeitura.sp.gov.br/mariodeandrade < http://www.prefeitura.sp.gov.br/mariodeandrade>Biblioteca Nacional de Portugal - apresenta páginas especiais com reproduções relacionadas a Eça de Queirós e a Giuseppe Verdi, entre outros: www.bn.pt < http://www.bn.pt/>Biblioteca Nacional de España - entre as exposições virtuais, uma interessante coleção cartográfica do século 16 ao 19: www.bne.es <http://www.bne.es/>Biblioteca Nacional de la República Argentina - biblioteca, mapoteca e fototeca: www.bibnal.edu.ar <http://www.bibnal.edu.ar/>Biblioteca Nacional de Maestros - biblioteca argentina voltada para a comunidade educativa: www.bnm.me.gov.ar <http://www.bnm.me.gov.ar/> Biblioteca Nacional del Perú - alguns livros eletrônicos, mapas e imagens: www.binape.gob.pe < http://www.binape.gob.pe/>Biblioteca Nazionale Centrale di Roma - expõe detalhes de obras antigas de seu catálogo: www.bncrm.librari.beniculturali.it < http://www.bncrm.librari.beniculturali.it/>Biblioteca Româneasca - textos em romeno e dados sobre autores do país: biblioteca.euroweb.ro < http://biblioteca.euroweb.ro/>Biblioteca Virtual Galega - textos em língua galega, parecida com o português: bvg.udc.es < http://bvg.udc.es/>Bibliotheca Alexandrina - conheça a instituição criada à sombra da famosa biblioteca, que sumiu há mais de 1.600 anos: www.bibalex.org/website <http://www.bibalex.org/website>California Digital Library - imagens e e-livros oferecidos pela Universidade da Califórnia: californiadigitallibrary.org <http://californiadigitallibrary.org/>Celtic Digital Library - história e literatura celtas: celtdigital.org <http://celtdigital.org/> Círculo Psicanalítico de Minas Gerais - acervo especializado em psicanálise: www.cpmg.org.br/n_biblioteca.asp < http://www.cpmg.org.br/n_biblioteca.asp>Cornell Library Digital Collections - compilações variadas, sobre agricultura e matemática, por exemplo: moa.cit.cornell.edu <http://moa.cit.cornell.edu/> Corpus of Electronic Texts - história, literatura e política irlandesas: www.ucc.ie/celt < http://www.ucc.ie/celt>Crime Library - histórias reais de criminosos, espiões e terroristas: www.crimelibrary.com < http://www.crimelibrary.com/>Educ.ar < http://educ.ar/> Biblioteca Digital - em espanhol, apresenta livros e revistas de "todas as disciplinas": www.educ.ar/educar/superior/biblioteca_digital < http://www.educ.ar/educar/superior/biblioteca_digital>Gallica - Bibliothèque Numérique - volumes da Biblioteca Nacional da França digitalizados: gallica.bnf.fr <http://gallica.bnf.fr/>Human Rights Library - mais de 14 mil documentos relacionados aos direitos humanos: www1.umn.edu/humanrts <http://www1.umn.edu/humanrts> IDRC Library - textos e imagens desse centro de estudos do desenvolvimento internacional: www.idrc.ca/library < http://www.idrc.ca/library>Internet Ancient History Sourcebook - página dedicada à difusão de documentos da Antiguidade: www.fordham.edu/halsall/ancient/asbook.html < http://www.fordham.edu/halsall/ancient/asbook.html>Internet Archive - guarda páginas da internet em seus diversos estágios de evolução: www.archive.org < http://www.archive.org/>Internet Public Library - indica páginas em que se podem ler documentos sobre áreas específicas do conhecimento: www.ipl.org <http://www.ipl.org/>John F. Kennedy Library - sobre o presidente americano John F. Kennedy, morto em 1963: www.cs.umb.edu/jfklibrary <http://www.cs.umb.edu/jfklibrary> LibDex - índice para localizar mais de 18 mil bibliotecas do mundo todo e seus sites: www.libdex.com < http://www.libdex.com/>Lib-web-cats - enumera bibliotecas de mais de 60 países, mas o foco são os EUA e o Canadá: www.librarytechnology.org/libwebcats <http://www.librarytechnology.org/libwebcats> Libweb - outro site de busca de instituições, com 6.600 links de 115 países: sunsite.berkeley.edu/Libweb < http://sunsite.berkeley.edu/Libweb>Mosteiro São Geraldo - livros e periódicos sobre história e literatura húngara, filosofia, teologia e religião: www.msg.org.br <http://www.msg.org.br/> National Library of Australia - divulga periódicos australianos da década de 1840: www.nla.gov.au < http://www.nla.gov.au/>Oxford Digital Library - centraliza acesso a projetos digitais das bibliotecas da Universidade de Oxford: www.odl.ox.ac.uk <http://www.odl.ox.ac.uk/>Perseus Digital Library - dedicado a estudos sobre os gregos e romanos antigos: www.perseus.tufts.edu <http://www.perseus.tufts.edu/> Servei de Biblioteques - bibliotecas da Universidade Autônoma de Barcelona: www.bib.uab.es < http://www.bib.uab.es/>The Aerial Reconnaissance Archives - recém-lançado, site promete divulgar 5 milhões de fotos aéreas da Segunda Guerra Mundial: www.evidenceincamera.co.uk <http://www.evidenceincamera.co.uk/> The British Library - além de busca no catálogo, tem coleções virtuais separadas por região geográfica: www.bl.uk < http://www.bl.uk/>The Digital Library - diversas coleções temáticas, como a de escritoras negras americanas do século 19: digital.nypl.org <http://digital.nypl.org/>The Digital South Asia Library - periódicos, fotos e estatísticas que contam a história do Sul da Ásia: dsal.uchicago.edu < http://dsal.uchicago.edu/>The Huntington - grande quantidade de obras raras em arte e botânica: www.huntington.org < http://www.huntington.org/>The Math Forum - textos que se propõem a auxiliar no ensino da matemática: mathforum.org/library <http://mathforum.org/library>The New Zealand Digital Library - destaque para os arquivos sobre questões humanitárias: www.sadl.uleth.ca/nz/cgi-bin/library < http://www.sadl.uleth.ca/nz/cgi-bin/library>Treasures of Keyo University - um dos destaques é a reprodução da Bíblia de Gutenberg: www.humi.keio.ac.jp/treasures <http://www.humi.keio.ac.jp/treasures> Unesco Libraries Portal - informações sobre bibliotecas e projetos voltados para a preservação da memória: www.unesco.org/webworld/portal_bib < http://www.unesco.org/webworld/portal_bib>UOL Biblioteca - dicionários, guias de turismo e especiais noticiosos: www.uol.com.br/bibliot < http://www.uol.com.br/bibliot>UT Library Online - possui uma ampla coleção de mapas: www.lib.utexas.edu <http://www.lib.utexas.edu/>

Bibliotecas virtuaisAlexandria Virtual - acervo variado, de literatura a humor: www.alexandriavirtual.com.br <http://www.alexandriavirtual.com.br/> Bartleby.com < http://bartleby.com/> - importantes textos, como os 70 volumes da "Harvard Classics" e a obra completa de Shakespeare: www.bartleby.com < http://www.bartleby.com/>Bibliomania - 2.000 textos clássicos e guias de estudo em inglês: www.bibliomania.com < http://www.bibliomania.com/>Biblioteca dei Classici Italiani - literatura italiana, dos "duecento" aos "novecento": www.fausernet.novara.it/fauser/biblio < http://www.fausernet.novara.it/fauser/biblio>Biblioteca Electrónica Cristiana - teologia e humanidades vistas por religiosos: www.multimedios.org < http://www.multimedios.org/>Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro - especializada em literatura em língua portuguesa: www.bibvirt.futuro.usp.br < http://www.bibvirt.futuro.usp.br/>Biblioteca Virtual - Literatura - pretende reunir grandes obras literárias: www.biblio.com.br < http://www.biblio.com.br/>Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - cultura hispano-americana: www.cervantesvirtual.com < http://www.cervantesvirtual.com/>Biblioteca Virtual Universal - textos infanto-juvenis, literários e técnicos: www.biblioteca.org.ar < http://www.biblioteca.org.ar/>Contos Completos de Machado de Assis - mais de 200 contos de Machado de Assis: www.uol.com.br/machadodeassis < http://www.uol.com.br/machadodeassis> Cultvox - serviço que oferece alguns e-livros gratuitamente e vende outros: www.cultvox.com.br < http://www.cultvox.com.br/>Dearreader.com <http://dearreader.com/> - clube virtual que envia por e-mail trechos de livros: www.dearreader.com < http://www.dearreader.com/>eBooksbrasil - livros eletrônicos gratuitos em diversos formatos: www.ebooksbrasil.com < http://www.ebooksbrasil.com/>iGLer - acesso rápido a duas centenas de obras literárias em português: www.ig.com.br/paginas/novoigler/download.html <http://www.ig.com.br/paginas/novoigler/download.html >International Children's Digital Library - pretende oferecer e-livros infantis em cem línguas: www.icdlbooks.org < http://www.icdlbooks.org/>IntraText - textos completos em diversas línguas, entre elas o latim: www.intratext.com < http://www.intratext.com/>Jornal da Poesia - importante acervo de poesia em língua portuguesa, com textos de mais de 3.000 autores: www.secrel.com.br/jpoesia <http://www.secrel.com.br/jpoesia>Net eBook Library - biblioteca virtual com parte do acervo restrito a assinantes do site: netlibrary.net <http://netlibrary.net/>Nuovo Rinascimento - especializado em documentos do Renascimento italiano: www.nuovorinascimento.org/n-rinasc/homepage.htm <http://www.nuovorinascimento.org/n-rinasc/homepage.htm >Online Literature Library - pequena coleção para ler diretamente no navegador: www.literature.org < http://www.literature.org/>Progetto Manuzio - textos em italiano para download, incluindo óperas: www.liberliber.it/biblioteca < http://www.liberliber.it/biblioteca>Project Gutenberg - mantido por voluntários, importante site com obras integrais disponíveis gratuitamente: www.gutenberg.net < http://www.gutenberg.net/>Proyecto Biblioteca Digital Argentina - obras consideradas representativas da literatura argentina: www.biblioteca.clarin.com < http://www.biblioteca.clarin.com/>Romanzieri.com <http://romanzieri.com/> - livros eletrônicos em italiano compatíveis com o programa Microsoft Reader: www.romanzieri.com <http://www.romanzieri.com/>Sololiteratura.com < http://sololiteratura.com/> - textos sobre autores hispano-americanos: www.sololiteratura.com <http://www.sololiteratura.com/> Textos de Literatura Galega Medieval - pequena seleção de poesias e histórias medievais: www.usc.es/~ilgas/escolma.html < http://www.usc.es/~ilgas/escolma.html>The Literature Network - poemas, contos e romances de aproximadamente 90 autores: www.online-literature.com <http://www.online-literature.com/> The Online Books Page - afirma ter mais de 20 mil livros on-line: digital.library.upenn.edu/books < http://digital.library.upenn.edu/books>The Online Medieval and Classical Library - obras literárias clássicas e medievais: sunsite.berkeley.edu/OMACL <http://sunsite.berkeley.edu/OMACL> Usina de Letras - divulga a produção de escritores independentes: www.usinadeletras.com.br < http://www.usinadeletras.com.br/>Virtual Book Store - literatura do Brasil e estrangeira, biografias e resumos: www.vbookstore.com.br <http://www.vbookstore.com.br/>Virtual Books Online - e-livros gratuitos em português, inglês, francês, espanhol, alemão e italiano: virtualbooks.terra.com.br < http://virtualbooks.terra.com.br/>

CientíficosBanco de Teses - resumos de teses e dissertações apresentadas no Brasil desde 1987: www.capes.gov.br <http://www.capes.gov.br/> Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - textos integrais de parte das teses e dissertações apresentadas na USP: www.teses.usp.br < http://www.teses.usp.br/>Biblioteca Virtual em Saúde - revistas científicas e dados de pesquisas sobre adolescência, ambiente e saúde : www.bireme.br <http://www.bireme.br/>Digital Library of MIT Theses - algumas teses do Instituto de Tecnologia de Massachusetts; a mais antiga é de 1888: theses.mit.edu < http://theses.mit.edu/>Great Images in Nasa - imagens históricas da agência espacial americana: grin.hq.nasa.gov < http://grin.hq.nasa.gov/>ProQuest Digital Dissertations - sistema para pesquisar resumos de teses e de dissertações: wwwlib.umi.com/dissertations <http://wwwlib.umi.com/dissertations> Public Health Image Library - fotos, ilustrações e animações voltadas para o esclarecimento de questões de saúde pública: phil.cdc.gov < http://phil.cdc.gov/>PubMed - referências a 14 milhões de artigos biomédicos: www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi> SciELO - biblioteca eletrônica com periódicos científicos brasileiros: www.scielo.br < http://www.scielo.br/>ScienceDirect - mais de 1.800 revistas, de "ACC Current Journal Review" a "Zoological Journal": www.sciencedirect.com <http://www.sciencedirect.com/> Universia Brasil - busca teses nas universidades públicas paulistas e na PUC-PR: www.universiabrasil.net/busca_teses.jsp < http://www.universiabrasil.net/busca_teses.jsp>

AssociaçõesAmerican Library Association - sobre o sistema de bibliotecas dos EUA: www.ala.org <http://www.ala.org/>Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - publicações indicadas e agenda de eventos da área: www.apbad.pt < http://www.apbad.pt/>Association des Bibliothécaires Français - dossiês sobre o sistema francês de bibliotecas e temas correlatos: www.abf.asso.fr < http://www.abf.asso.fr/>Conselho Federal de Biblioteconomia - atualidades e links de interesse da área: www.cfb.org.br <http://www.cfb.org.br/>Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo - legislação e eventos da biblioteconomia: www.crb8.org.br <http://www.crb8.org.br/>Council on Library and Information Resources - organização que se preocupa com a preservação de informações: www.clir.org <http://www.clir.org/>European Bureau of Library, Information and Documentation Associations - entidade européia dedicada à promoção da ciência da informação: www.eblida.org <http://www.eblida.org/>International Federation of Library Associations and Institutions - associação com membros em mais de 150 países: www.ifla.org <http://www.ifla.org/>Sociedad Española de Documentación e Información Científica - oportunidades, como cursos virtuais: www.sedic.es < http://www.sedic.es/>

Outras Biblioteca do Congresso americano - considerada a maior e uma das melhores bibliotecas do mundo, é referência internacional, com conteúdos trabalhados e relacionados: www.loc.gov < http://www.loc.gov/>Biblioteca Nacional (Brasil) - o site é referência para todas as bibliotecas do país, com farta documentação e imagens digitalizadas, além de informações e serviços: www.bn.br < http://www.bn.br/>Bibliotecas da cidade de São Paulo - a cidade tem a maior rede de bibliotecas públicas do país, e uma visita ao site é imprescindível para conhecer suas coleções e serviços, com destaque para as obras e imagens digitalizadas da Biblioteca Mário de Andrade: www4.prefeitura.sp.gov.br/biblioteca/PaginaInicial.asp <http://www4.prefeitura.sp.gov.br/biblioteca/PaginaInicial.asp> Bibliotecas virtuais do sistema MCT/CNPq/Ibict - grande referência na área de bibliotecas virtuais, é o site mais importante no Brasil de informação e comunicação sobre ciência e tecnologia: www.prossiga.br < http://www.prossiga.br/>Bibliotecas das universidades públicas paulistas - o consórcio Cruesp/Bibliotecas interliga Unesp, Unicamp e USP, e o internauta pode consultar as mais importantes bibliotecas universitárias do país, referências para diferentes campos da pesquisa: bibliotecas-cruesp.usp.br < http://bibliotecas-cruesp.usp.br/>
<http://www.portal.fersap.pt/ >

O atestado médico - José Ricardo Costa

O atestado médicopor José Ricardo CostaImagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de fazer uma vigilância. Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa.

Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta. Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é complicada, por issoconvém justificá-la. A questão agora é: como justificá-la? Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto deficar preso no elevador, do despertador avariar ou de não poder ir para uma sala do exame com a camisa vomitada, abandalhada emalcheirosa, é um atestado médico.

Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar sua ausência na sala do exame. Vai ao médico. E, a partir este momento, a situação deixa de ser divertida para passar a ser hilariante.

Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre Melícias. A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose colectiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da TVI.

O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente. O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente. Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente.

Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente. Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade.

Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. JáAristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados.

Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o "ET", que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade. Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D. Afonso Henriques, que Deus me perdoe. A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados. Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade. Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal. Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que eu sei. Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assim seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho. Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade.
Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores eengenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza. Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas horríveis e fábricas desactivadas.

Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o mundo. Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio .

Sobre a má fama dos professores - Francisco José Viegas

1.Há duas realidades essenciais ligadas aos problemas do ensino em Portugal em primeiro lugar, a ministra da educação tem razão na absoluta maioria das medidas adoptada (contesto fortemente o papel despropositado concedido aos pais e encarregados de educação na avaliação dos professores, que terá consequências muito perigosas na estabilidade das escolas); em segundo lugar, se há culpas a atribuir pelo estado calamitoso de que se revestem alguns aspectos do ensino em Portugal, elas cabem - por maioria - aos técnicos do próprio ministério e à burocracia "pedagógica e ideológica" que se instala periodicamente na Avenida 5 de Outubro (sindicatos incluídos).
Neste complexo, os professores - os que estão instalados no terreno - são o elo mais fraco de uma cadeia de comando em que, frequentemente, têm sido cobaias de vários génios, certamente talentosos, que, à distância, "imaginam" o ensino em Portugal. Quando falo no "terreno", quero dizer "as escolas", quero dizer os problemas de indisciplina com que têm de lidar permanentemente, os contactos com os pais, a realidade fatal das agressões nos corredores e nos gabinetes (por alunos e pais das criancinhas), a catadupa de legislação escolar em que têm de se especializar, as alterações muitas vezes absurdas das orientações científicas caídas do parnaso ministerial. Muitas vezes, aliás, por culpa do Ministério (que vive a desconfiar dos professores) eles não têm meios para reagir nem à indisciplina, nem ao insucesso escolar, nem às salas frias de escolas públicas onde falta gás para aquecimento, nem aos manuais escolares de qualidade confrangedora que o ministério autoriza a circular, nem aos - repito - génios certamente carregados de talento que, depois de requisitados às escolas, se ocupam de reformar periodicamente os programas e a gramática das suas directivas.
Se alguém se ocupar, durante alguns dias, a analisar grande parte dos documentos de natureza pedagógica e ideológica que emanam do ministério da educação acerca de coisas tão díspares como matemática, português ou disciplina na sala de aula, fica com a impressão de que um grupo de esquizofrénicos se entretém a punir professores e alunos com uma gramática desconhecida e absurda. Este é apenas um exemplo, mas haveria muitos. Leiam os materiais de apoio e rejubilem.
A ministra, trata os professores como uma corporação, à semelhança do que o governo entende fazer com os farmacêuticos ou os juízes e médicos. Errado. Depois de disciplinar a vida da escola, a verdadeira corporação resiste e sobrevive nos vários andares daquele pobre ministério cheio de - repito - génios certamente carregados de talento, mas que tudo têm feito para tentar destruir o ensino. Os professores são o elo mais fraco nessa cadeia de pequenos ideólogos formados à pressa nos anos setenta e que se encarregaram de matérias científicas, sindicais e pedagógicas com empenho semelhante. Isto pode não preocupar a ministra para já. Mas os professores sabem do que falo. E esse é o próximo desafio, se houver seriedade.
2. Não é por ignorância que um jornalista de rádio diz, aos microfones, que Lula da Silva "terá de esperar até ao próximo dia 29 para ver confirmada a sua reeleição". As eleições brasileiras, por ignorância e desconhecimento da matéria, têm sido tão maltratadas na imprensa portuguesa que muitos dos jornalistas encarregues de tratar o assunto desconhecem até o nome de Geraldo Alckmin, ignoram a biografia de Heloísa Helena e não relacionam o de Cristóvam Buarque com a figura homónima. Não admira. O mundo está escrito de uma certa maneira; se a realidade não cabe na forma desse pudim, a culpa é, naturalmente, da realidade.

Erasmo de Roterdão

A primeira fase do ensino é amar os nossos professores!!!!

domingo, outubro 08, 2006

Portaria 781/2006 de 9 de Agosto


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Portaria Nº 781/2006 de 9 de Agosto
A Portaria Nº 550-E/2004, de 21 de Maio, criou diversos cursos científico-humanísticos,
tecnológicos e artísticos especializados e aprovou os respectivos planos de estudo e
estabeleceu, ainda, os princípios orientadores da organização e da gestão do currículo,
bem como a avaliação e certificação dos cursos de ensino recorrente de nível
secundário, nos termos estabelecidos pelo Decreto-Lei Nº 74/2004, de 26 de Março,
rectificado pela Declaração de Rectificação Nº 44/2004, de 25 de Maio.
O Decreto-Lei Nº 24/2006, de 6 de Fevereiro, rectificado pela Declaração de
Rectificação Nº 23/2006, de 7 de Abril, introduz alterações ao Decreto-Lei Nº 74/2004,
de 26 de Março, que importa neste momento materializar, ajustando as regras de
organização, funcionamento e avaliação dos cursos do ensino recorrente de nível
secundário definidos pela portaria supra-referida.
Ao abrigo do disposto no Nº 2 do artigo 2º, Nº 4 e Nº 5 do artigo 5º e 3 do artigo 10º do
Decreto-Lei Nº 74/2004, de 26 de Março, alterado pelo Decreto-Lei Nº 24/2006, de 6 de
Fevereiro, rectificado pela Declaração de Rectificação Nº 23/2006, de 7 de Abril:
Manda o Governo, pelo Secretário de Estado da Educação, o seguinte:
Artigo único Alteração da Portaria Nº 550-E/2004, de 21 de Maio
1 - O artigo 4º, artigo 14º, artigo 18º, artigo 19º, artigo 20º, artigo 27º, artigo 29º, artigo
30º, artigo 32º e artigo 38º da Portaria Nº 550-E/2004, de 21 de Maio, passam a ter a
seguinte redacção:
«Artigo 4º Gestão do currículo
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3 - ............................................................................
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5 - ............................................................................
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8 - ............................................................................
9 - A disciplina de língua estrangeira é introduzida no currículo de acordo com os planos
de estudo constantes do anexo Nº 2 a anexo Nº 20.
10 - (Revogado.)
11 - ............................................................................
12 - (Revogado.)
13 - (Revogado.)
14 - (Revogado.)
Artigo 14º Modalidades de avaliação
................................................................................
a) ............................................................................
b) ............................................................................
c) ............................................................................
d) Avaliação sumativa;
e) (Revogada.)
Artigo 18º Avaliação sumativa
1 - ............................................................................
2 - ............................................................................
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3 - A avaliação sumativa inclui:
a) A avaliação sumativa na modalidade de frequência presencial;
b) A avaliação sumativa na modalidade de frequência não presencial.
Artigo 19º Avaliação sumativa na modalidade de frequência presencial
1 - A avaliação sumativa na modalidade de frequência presencial caracteriza-se por:
a) ............................................................................
b) ............................................................................
c) ............................................................................
d) ............................................................................
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3 - ............................................................................
4 - ............................................................................
5 - ............................................................................
6 - ............................................................................
7 - ............................................................................
8 - A avaliação sumativa na modalidade de frequência presencial é da responsabilidade
do professor da disciplina, que, em conjunto com os professores da turma, formaliza
essa avaliação em conselho de turma, sob critérios aprovados em conselho pedagógico.
9 - ............................................................................
10 - ............................................................................
11 - A avaliação sumativa na modalidade de frequência presencial integra:
a) ............................................................................
b) ............................................................................
12 - ............................................................................
Artigo 20º Avaliação sumativa na modalidade de frequência não presencial
1 - A avaliação sumativa na modalidade de frequência não presencial aplica-se, em
cada disciplina, aos alunos inscritos nesta modalidade de frequência, bem como aos
alunos na modalidade de frequência presencial, como avaliação de recurso, para efeitos
de capitalização dos módulos em atraso.
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3 - A avaliação sumativa dos alunos na modalidade de frequência não presencial
decorre nos meses de Janeiro, Abril e Junho ou Julho, em data a definir pela escola.
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8 - A avaliação sumativa na modalidade de frequência não presencial incide sobre um
módulo ou sobre conjuntos de três módulos correspondentes a cada um dos anos de
escolaridade em que a disciplina é ministrada.
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11 - ............................................................................
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e) ............................................................................
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g) ............................................................................
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b) ............................................................................
c) ............................................................................
d) ............................................................................
e) ............................................................................
f) ............................................................................
17 - ............................................................................
18 - ............................................................................
19 - ............................................................................
20 - ............................................................................
21 - ............................................................................
22 - ............................................................................
23 - ............................................................................
24 - Os instrumentos de avaliação utilizados ficam arquivados na escola, incluindo os
dos alunos na modalidade de frequência presencial que se tenham submetido às provas
de avaliação sumativa na modalidade de frequência não presencial.
Artigo 27º Provas de exame nacional na qualidade de autopropostos
1 - (Revogado.)
2 - (Revogado.)
3 - (Revogado.)
4 - (Revogado.)
5 - ............................................................................
6 - ............................................................................
7 - ............................................................................
Artigo 29º Critérios de avaliação
1 - ............................................................................
2 - ............................................................................
3 - ............................................................................
4 - A aprovação do aluno num módulo de determinada disciplina, na área não disciplinar
e na prova de aptidão tecnológica ou na prova de aptidão artística depende da obtenção
de uma classificação final igual ou superior a 10 valores.
5 - ............................................................................
Artigo 30º Classificação final das disciplinas e área não disciplinar
1 - A classificação final de cada disciplina e da área não disciplinar resulta da média
aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações obtidas na totalidade
dos módulos.
2 - Sempre que haja lugar a equivalência, a classificação final da disciplina resulta da
média aritmética simples das classificações obtidas nos módulos que o aluno
efectivamente capitalizar e da classificação resultante do processo de equivalência.
Netprof.pt 4
3 - ............................................................................
4 - (Revogado.)
5 - (Revogado.)
6 - ............................................................................
a) Na avaliação sumativa na modalidade de frequência presencial;
b) Na avaliação sumativa na modalidade de frequência não presencial;
c) Nas provas de exame nacional;
d) (Revogada.)
Artigo 32º Melhoria de classificação
1 - ............................................................................
2 - (Revogado.)
3 - ............................................................................
4 - (Revogado.)
Artigo 38º Conclusão e certificação
1 - A conclusão de um curso de ensino recorrente de nível secundário de educação é
certificada através da emissão de:
a) Um diploma que certifique a conclusão do nível secundário de educação e indique o
curso concluído e a respectiva classificação final;
b) Um certificado que discrimine as disciplinas e área não disciplinar do plano de estudo,
bem como o trabalho apresentado na prova de aptidão tecnológica, no caso de curso
tecnológico, ou na prova de aptidão artística, no caso de curso artístico especializado,
as respectivas classificações finais e a classificação final do curso;
c) ............................................................................
2 - ............................................................................
3 - A certificação dos cursos do ensino recorrente de nível secundário de educação não
dispensa o aluno, para efeitos de candidatura ao ensino superior, do cumprimento dos
restantes requisitos a que estiver sujeito.
4 - ............................................................................
5 - ............................................................................
6 - ............................................................................
7 - ............................................................................»
2 - Os anexos números 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 à
Portaria Nº 550-E/2004, de 21 de Maio, passam a ter a redacção constante dos anexos
números 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 à presente
portaria, da qual fazem parte integrante.
3 - As alterações constantes do número anterior produzem efeitos a partir do início do
ano lectivo de 2006-2007, nos termos previstos no Nº 2 do artigo 3º do Decreto-Lei Nº
24/2006, de 6 de Fevereiro, rectificado pela Declaração de Rectificação Nº 23/2006, de
7 de Abril.
4 - A presente portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
O Secretário de Estado da Educação, Valter Victorino Lemos, em 24 de Julho de 2006.

quinta-feira, outubro 05, 2006

Dia Nacional do Professor

Professores continuam em luta
Marta Rangel 09.10.2006
O Dia Nacional do Professor ficou marcado pela maior manifestação de docentes desde o 25 de Abril. Contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente está já agendada uma nova greve para os dias 17 e 18 deste mês.



Frases como "professores em luta" e palavras de ordem como "categoria há só uma, professor e mais nenhuma" ou "os direitos são para manter e não para abater" marcaram aquela que já foi considerada a maior manifestação de docentes de sempre desde o 25 de Abril.

No passado dia 5 de Outubro, cerca de 12 mil professores, segundo dados da PSP, desceram a Avenida da Liberdade, em Lisboa, num protesto nacional contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), que os sindicatos acusam o Governo de querer impor.

A contestação foi agendada pelos 14 sindicatos que estão a discutir com o Ministério da Educação a revisão do ECD, exigindo uma "negociação séria e efectiva" ao mesmo tempo que protestam contra "a imposição de um novo estatuto".

Em declarações à agência Lusa, Paulo Sucena, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF), garantiu que, se o Ministério da Educação não ceder, os professores não vão diminuir o tom dos protestos: "Se o Ministério mantiver uma postura de intransigência e inflexibilidade, as 14 organizações não vão abrandar a sua luta para impedir que o Governo imponha aos professores unilateralmente o seu próprio estatuto". A ameaça ficou já com data marcada: greve nacional de professores a 17 e 18 de Outubro.

Docentes da Madeira e dos Açores juntaram-se também ao protesto nacional do Dia do Professor, no passado dia 5. Na Madeira, algumas centenas de professores fizeram uma vigília pela educação, na noite anterior, no Jardim Municipal do Funchal. Exibiram faixas negras com a inscrição "Estou em luto e em luta" contra as medidas do Ministério da Educação.

"Os professores apresentam uma grande desmotivação e frustração pelas medidas propostas pela ministra da Educação", disse a presidente do Sindicato dos Professores da Madeira, Marília Azevedo, em declarações à agência Lusa.

Nos Açores, 40 delegados sindicais reuniram-se em Ponta Delgada, afirmando que a luta também faz sentido naquela região, apesar de ter um estatuto próprio da carreira docente. Por isso, o Sindicato Democrático dos Professores dos Açores anunciou a adesão à greve nacional já agendada para os dias 17 e 18 deste mês. Para Fernando Fernandes, presidente do Sindicato, trata-se de uma "luta comum" uma vez que a eventual alteração do Estatuto da Carreira Docente no continente terá "directa ou indirectamente" consequências nos Açores.

A divisão da carreira em duas categorias, com quotas estabelecidas para subir de escalão e aceder à segunda e mais elevada, é uma das principais propostas do Ministério da Educação relativamente à qual os sindicatos exigem um recuo.

O exame de ingresso ou a avaliação de desempenho dependente de critérios como a apreciação dos pais e a taxa de insucesso e abandono escolar dos alunos são outras das questões que têm provocado divergências entre as organizações sindicais e a tutela.

Este foi o quarto grande protesto de professores e educadores desde que a ministra da Educação tomou posse e o segundo deste ano, depois da manifestação nacional realizada a 14 de Junho, na qual cerca de sete mil docentes pediram a demissão de Maria de Lurdes Rodrigues, junto ao Ministério da Educação.

Participaram neste protesto a Federação Nacional de Professores (FENPROF), a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), a Federação Nacional do Ensino e Investigação (FENEI), a Federação Portuguesa dos Profissionais da Educação, Ensino, Cultura e Investigação (FEPECI), a Associação Sindical de Professores Licenciados, a Associação Sindical Pró-Ordem e o Sindicato dos Educadores e Professores Licenciados pelas Escolas Superiores de Educação e Universidades.

O Sindicato Independente de Professores e Educadores, o Sindicato dos Professores do Pré-Escolar e Ensino Básico, o Sindicato Nacional de Professores do Ensino Secundário, o Sindicato Nacional de Professores Licenciados, o Sindicato Nacional de Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades, a União Sindical de Professores e o Sindicato Nacional de Professores encerraram o conjunto das organizações que promoveram esta marcha.

terça-feira, outubro 03, 2006

Maria de Lurdes Rodrigues desvaloriza críticasMinistra da Educação reconhece incómodo dos professores por alteração de Estatuto 03.10.2006 - 22h00 Lusa

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, reconheceu hoje que a alteração ao Estatuto da Carreira Docente causa alguns incómodos aos professores e desvalorizou as críticas e protestos de que tem sido alvo.
"Os professores estão legitimamente preocupados porque algumas das alterações não vão no sentido do que esperariam e são radicalmente diferentes", disse hoje a ministra, no final da visita que efectuou a escolas do ensino básico dos concelhos algarvios de Loulé e Portimão.Em Portimão, Maria de Lurdes Rodrigues foi recebida por mais de 300 professores, uma dezena dos quais assobiaram a ministra à sua passagem.No entanto, os protestos dos professores foram desvalorizados. "Apenas percebi que não estavam contentes, não sei porquê", disse Maria de Lurdes Rodrigues, explicando que nunca fugiu e está "sempre disponível" a dialogar.A ministra da Educação disse também não ter visto "nenhum acto de má-educação nos protestos", e que o à-vontade com que lida com o problema "vem da confiança e convicção" de que as mudanças são em benefício da educação, condições de trabalho e resultados nas escolas.Para Maria de Lurdes Rodrigues o importante "é que os protestos não se traduzam em más práticas no interior da escola e que não tenham implicação no trabalho dos professores com os seus alunos".

sexta-feira, setembro 22, 2006

justificação de faltas

Alguns colegas têm questionado os nossos serviços de atendimento jurídico relativamente a restrições no uso do direito de reunião consagrado na Lei Sindical. Ora, tendo em conta que este é um direito constitucional e uma das bases da substância da vida democrática do país, de seguida apresentamos a resposta às perguntas mais frequentes que, sobre esta matéria, têm sido feitas:
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PLENÁRIOS DE 22 E 25 DE SETEMBRO DE 2006
JUSTIFICAÇÃO DE FALTA - ESCLARECIMENTOS

1. Os professores e educadores necessitam de solicitar autorização ou de comunicar previamente a falta para participar na reunião?
R.: Não! Nos termos do Decreto-Lei 84/99, de 19 de Março, compete à direcção sindical comunicar previamente a realização da reunião, o que já foi feito.

2. Podem ser impostas restrições à participação de professores da mesma escola?
R.: Não! Uma vez que não carece de autorização, a participação dos professores depende única e exclusivamente da sua vontade, contando, para todos os efeitos, como prestação efectiva de serviço docente.

3. Então os professores não têm de entregar nada no Conselho Executivo?
R.: Terão de entregar, mas apenas posteriormente, a justificação de falta que lhe será entregue no final do plenário.

4. E terão os professores de entregar, no Conselho Executivo, um plano de aula para poderem faltar?
R.: Não! Segundo o Despacho n.º 13.599, de 28/06/2006, isso só acontecerá quando a falta depender de autorização prévia ou possa ser recusada pelo órgão de gestão o que, no caso, das reuniões e plenários sindicais, não acontece.

5. Realizando-se a reunião fora do local de trabalho do professor (escola ou sede de agrupamento), poderá o professor participar?
R.: Sim. Porque o Tribunal admitiu um Requerimento apresentado pela FENPROF que suspendeu a eficácia de um Despacho do Secretário de Estado da Educação, datado de 1 de Março de 2006, que tentava impor essa restrição.
Assim, não haverá qualquer problema com a justificação das faltas dos professores que continuam a beneficiar de um crédito de 15 horas anuais para actividade sindical.
Colega!
Não há, pois, qualquer impedimento legal à participação dos Professores e Educadores nos Plenários dos próximos dias 22 e 25 de Setembro de 2006.
Por essa razão, participe. O que está em causa é o seu futuro profissional. É a sua vida.
NÃO PODE ALHEAR-SE DESSE FUTURO!

quarta-feira, junho 14, 2006

OS PROFESSORES E EDUCADORES
FARÃO DE 14 DE JUNHO UM ENORME DIA DE LUTA!

A FENPROF convocou uma grande jornada de luta para o dia 14 de Junho de 2006. A decisão sobre esta grande acção e a data escolhida para que se concretizasse assentou na seguinte análise:

1. O projecto de revisão/liquidação do ECD apresentado pelo Ministério da Educação é, de facto, inaceitável. O seu conteúdo corresponde, efectivamente, à liquidação do Estatuto da Carreira Docente ao ponto de nem serem esquecidos os pormenores. Por exemplo, o ME propõe substituir a designação “Estatuto” por “Regime Legal”. Uma subtileza com profundo significado;

2. As permanentes declarações da ministra da Educação acusando os professores por todos os problemas do sistema [mau funcionamento das escolas; insucesso escolar; abandono escolar;…] são de todo inaceitáveis por ferirem na sua dignidade os profissionais docentes;

3. Por estas razões principais, o Secretariado Nacional da FENPROF decidiu convocar uma jornada de luta que compreende Greve, Plenário Nacional e Manifestação Nacional;

4. Colocava-se, contudo, a marcação da data para o fazer e essa era a dificuldade, na certeza, porém, de que os professores não poderiam chegar ao final do ano sem uma forte resposta aos sucessivos ataques do ME. Uma resposta que fosse, para já, apenas a primeira, daí a necessidade de ser muito forte;

5. Assim, tendo em conta que:

a) Esta jornada de luta teria de ser anterior ao dia 23 (último dia de aulas);
b) Não se pretendia que coincidisse com dia de exame nacional para evitar aproveitamentos ilegítimos quanto aos objectivos da luta (não terá sido ingénua a entrega do projecto do ME no final de Maio);
c) Para não coincidir com os exames, a Greve teria de ser marcada para a semana anterior à que se inicia em 19;
d) Nessa semana, os únicos dias possíveis seriam 12, 14 e 16;
e) Dia 16 seria “ponte” em todo o país, estando, por isso, fora de questão;
f) Entre 12 e 14 (e porque o 13 é feriado, mas em Lisboa e não no resto do país) pareceu-nos melhor o 14 para não encostar ao fim de semana…

6. …Foi escolhido o dia 14 (e, recorda-se, só em Lisboa e em poucos mais concelhos, o dia 13 é feriado. Mesmo na área metropolitana de Lisboa não é feriado na esmagadora maioria dos municípios). Antes desta semana, o período de tempo seria legalmente insuficiente para que se entregasse o Pré-Aviso de Greve;

7. O facto de ser encostado ao feriado de dia 15 é importante, pois facilita a participação na Manifestação Nacional convocada para o dia anterior. Os colegas de mais longe, que chegarão às suas casas já em plena madrugada, não terão de trabalhar no dia seguinte o que facilitará que estejam disponíveis para participarem na Manifestação;

8. Se esta Greve tivesse sido convocada para que se fizesse “ponte” não seria acompanhada de Plenário Nacional e de Manifestação. Essa será a prova de que os professores estão realmente em luta e não de “férias”. Estamos certos de que não apenas os professores de outras regiões do país, mas também os do concelho de Lisboa (e estes de forma determinante) darão grandiosidade à Manifestação.

9. A FENPROF não duvida de que um elevadíssimo número de professores e educadores, nesse dia, estará em Lisboa a participar em uma das maiores Manifestações de Professores e Educadores de que há memória. O momento que vivemos justifica que assim seja!


O Secretariado Nacional

quarta-feira, maio 10, 2006




Oi

Mais umas "novidades" ... saem em catadupa. Creio que a Milu leva muito a sério aquela coisa de ser "avaliada por produção" ... é só produzir!!! e como de costume, só interessa a quantidade ... qualidade, nada. Deve querer ter acesso ao "prémio de desempenho" que agora preconiza para os profs (monetário, claro! - agora é que os profs se vão matar nas escolas para serem melhores do que o do lado),

Esta gente é BURRA! (sobre isto, para não quebrar o assunto ponho em PS umas notitas)

Hoje envio-te o projecto de diploma (ECD) entregue aos sindicatos para "discussão" - como se ela discutisse alguma coisa (mais uma vez é só para poder escrever foram cumpridos os trâmites legais ... ouvidos os sindicatos ...).

Daquilo que eu vi, numa leitura em diagonal, entre outras coisas é preciso ter atenção aos seguintes artigos: - artº 22º - prevê prestação de provas "para ser professor" artº 31º, ponto 3; artº 37º e 38º 39º; A regulamentação da avaliação de desempenho para mudança de escalão vai ficar para "segundas núpcias", no entanto nos artº 44º já vêm "umas coisitas" tais como o coordenador de departamento ser avaliado por um inspector da sua área designado pela IGE (!!!), nos artº 45º a 50ºº continua a explicitação do novo sistema de avaliação. Atenção ao que vem na pág 50, e q faz parte do aditamento ao ECD, sobre "transição da carreira" nos artº 10º, 12º, 13º


Está tudo louco!!! ... só pode!

Ah! e aqui vai mais este link http://www.rdp.pt/index.php?article=241690&visual=16 ... o q aqui vem está na proposta do estatuto - os DTs entregam uma folhinha de avaliação para os papás avaliarem os profs!!! Isto é do maids ridículo! . A maioria dos "meus pais" não sabe ler nem escrever correctamente ... nalguns casos não o sabe mesmo fazer!

Será que ninguém descobre um antídoto para esta bactéria chamada milu?

Beijos



PS 1 - http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=276713 ... onde Welch aponta a importância das pessoas nos processos (ouvi-o ontem à noite e para ele as pessoas são importantes - sem elas as empresas não funcionam) - é preciso valorizá-las, estimulá-las, acreditar nelas, não deixar fugir os talentos. Estes tipos, cá, apenas humilham as pessoas e depois querem "produto"

PS 2: (do forum educare)
Avaliação de serviços em vez de pessoasMaroc Talin - ( 26-05-2006 )Rui Cunha Marques, professor do Instituto Superior Técnico, falou sobre o controlo e a avaliação dos serviços públicos e considerou que "faria mais sentido começar-se por avaliar os organismos em vez das pessoas", ao contrário do que está a ser feito. Só não vê quem não quer ou não consegue exergar mais longe, como o Eng. Sócrates e seu governo. Se fazemos uma avaliação individual, não vamos conseguir formar equipas por organismos que "puxem" uns pelos outros no mesmo sentido, vamos sim guerrear por uma melhor classificação individual. QUE GOVERNANTES TEMOS QUE NÃO PERCEBEM NADA DE NADA E PASSAM O TEMPO A TOMAR MEDIDAS AVULSAS QUE SÓ SERVEM PARA PREJUDICAR O PAÍS.
Não podem!f ... - ( 26-05-2006 )se o fizessem teriam que reconhecer que os organismos não têm, na maioria dos casos, meios que lhes permitam a capacidade de subsistência (que é da responsabilidade "deles". Vivem, na generalidade à custa da carolice dos seus funcionários. Assim, é muito mais fácil, avaliar pessoas e responsabilizá-las apenas a elas pelos problemas existentes, do que avaliar o serviço e descobrir que aquilo só funciona porque os funcionários são bons. E isto, "eles" nunca poderiam aceitar.
Bingo!José Ribeiro - ( 26-05-2006 )Com as condições de trabalho existentes na maior parte dos serviços, os trabalhadores portugueses são de facto excepcionais.